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Temporal deixa casa parcialmente destruída e mobiliza resgates na Grande São Paulo

Bombeiros atenderam sete ocorrências entre a meia-noite e as 6h; em Jandira, seguem as buscas por uma pessoa levada pela enxurrada.

Temporal deixa casa parcialmente destruída e mobiliza resgates na Grande São Paulo
Foto: Reprodução/TV Globo

A chuva que atingiu a região metropolitana de São Paulo na madrugada desta segunda-feira (14) provocou um deslizamento de terra, alagamentos e quedas de árvores. Não houve registro de vítimas nessas ocorrências, mas uma casa desabou parcialmente em São Bernardo do Campo, no bairro Ferrazópolis.

O imóvel fica na rua Manoel Freitas Gama Neto, dez, segundo o Corpo de Bombeiros. Ninguém ficou ferido. Entre a meia-noite e as 6h, a corporação recebeu quatro chamados por queda de árvores e dois por alagamentos, além do atendimento ao deslizamento.

Em Jandira, na Grande São Paulo, as equipes ainda tentam localizar a segunda vítima arrastada pela enxurrada. As buscas continuam.

Desabamento na Penha

No domingo (13), os bombeiros encontraram o corpo de uma menina de sete anos entre os escombros de um prédio que caiu sobre uma casa na Penha, zona leste de São Paulo. Com a localização, o número de mortos chegou a seis. A Prefeitura de São Paulo informou que a edificação estava irregular.

O prédio havia ruído por volta das 2h de sábado (12), na rua Tequici. Os escombros atingiram a residência vizinha, onde morava uma família de imigrantes bolivianos e funcionava uma oficina de costura. As buscas terminaram no início da tarde, após a retirada do corpo.

Morreram Edelmira Titicayo Limachi, 26, Brayan Gery Gutierrez, 29, Sergio Titicayo Limachi, Maria Elena Ramirez Titicayo, Shaira Diana Chinó Ramirez, 7, e Ana Lucia Ruiz Romero, 38. Segundo a polícia, as vítimas viviam havia nove anos no Brasil.

Um homem e uma menina de cinco anos foram resgatados com vida, com ferimentos leves, como contusões e escoriações. A operação durou mais de 24 horas e envolveu o Corpo de Bombeiros, a Defesa Civil e a Prefeitura de São Paulo.

Patrícia Veiga, advogada do Consulado da Bolívia, disse que o órgão tenta viabilizar o transporte dos corpos para Oruro, na Bolívia. A família pediu o traslado e questiona as condições do prédio, pois não acredita que o desabamento tenha sido um acidente.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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