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FAB inicia investigação sobre queda de helicóptero que levava cantor Rick

Peritos do Cenipa e do Seripa V serão enviados a Urubici, onde os destroços foram encontrados; ninguém sobreviveu.

FAB inicia investigação sobre queda de helicóptero que levava cantor Rick
Foto: Divulgação Bombeiros de SC

A Força Aérea Brasileira (FAB) iniciou a investigação sobre a queda do helicóptero que transportava o cantor Rick, da dupla com Renner. Os destroços foram encontrados em Urubici, na Serra Catarinense, depois que a aeronave desapareceu na segunda-feira (21).

Também estavam no helicóptero o empresário Bruno Avelar, o videomaker Paulo Soares, o piloto Antônio e o copiloto Leopoldo, identificados pela empresa. Ninguém sobreviveu.

A FAB informou que enviará peritos do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), sediado em Brasília, e do Quinto Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa V), baseado em Canoas (RS).

Os investigadores vão realizar a chamada ação inicial, primeira fase da apuração de acidentes aeronáuticos. O trabalho inclui a coleta e a confirmação de dados sobre a ocorrência, a avaliação dos danos na aeronave e o levantamento de informações que possam ajudar a identificar os fatores relacionados à queda.

A força participou das buscas e auxiliou na localização dos destroços. De acordo com a FAB, a aeronave SC-105 Amazonas completou 13 horas de voo durante a operação.

O helicóptero havia decolado de Porto Belo com destino a São Joaquim, na serra de Santa Catarina. Antes, Rick e Avelar saíram de Jundiaí (SP) em um jatinho até o litoral catarinense e, depois, seguiram de helicóptero para a serra.

O modelo era um Bell 430, fabricado em 2001, registrado em nome da JTA Empreendimentos e Urbanismo Ltda. Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a situação da aeronave era regular, com certificado de aeronavegabilidade válido até agosto de 2027. O modelo não podia ser usado em táxi aéreo nem em voos de instrução.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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