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Política

Flávio Bolsonaro pede fim de sigilos em investigações durante agenda de campanha

Senador afirmou que a abertura de documentos sobre o filme “Dark Horse” não terá impacto em sua campanha presidencial.

Flávio Bolsonaro pede fim de sigilos em investigações durante agenda de campanha
Foto: Charles Vieira/Divulgação Campanha Flávio Bolsonaro

O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência, afirmou neste sábado (11) que a retirada do sigilo da investigação relacionada ao filme “Dark Horse”, sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), não afetará sua campanha. Ele disse estar tranquilo e afirmou que os documentos mostram não haver irregularidades no filme.

A divulgação de documentos sobre o Banco Master e o ex-controlador da instituição, Daniel Vorcaro, revelou a abertura de uma investigação contra Flávio no inquérito do filme. A Polícia Federal apura a possível prática de lavagem de dinheiro, evasão de divisas, corrupção e outros delitos correlatos.

A suspeita investigada é que parte dos recursos tenha sido usada para custear a estadia de Eduardo Bolsonaro, irmão de Flávio e ex-deputado federal, nos Estados Unidos. O senador afirmou que está sendo investigado há dois meses e que, até agora, não surgiu nada contra ele.

Pedidos de transparência

Durante a agenda, Flávio também pediu a retirada do sigilo das investigações contra Fábio Luiz Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Lula. Ele afirmou querer saber quanto dinheiro teria sido desviado de aposentados e destinado à conta de Lulinha, além de questionar quais ministérios teriam sido usados para que o filho do presidente fizesse negócios dentro do governo.

O senador ainda defendeu o levantamento do sigilo do inquérito das “fake news”. A relatoria do caso foi retirada de Alexandre de Moraes pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin. Flávio acusou Moraes de perseguir adversários políticos e pediu transparência no processo.

Em discurso a apoiadores na praia do Forte, o candidato voltou a associar Lula ao Supremo Tribunal Federal e a Alexandre de Moraes. Também afirmou que indicará cinco ministros para o STF caso seja eleito. A conta considera um eventual impeachment de Moraes, medida que Flávio passou a defender.

Segundo o senador, os indicados deverão ser contra o aborto e as drogas, respeitar a Constituição e apoiar o desenvolvimento das cidades, sem o que chamou de radicalidade em licenciamentos ambientais.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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