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Renan Santos propõe pena de 30 anos para assalto à mão armada

Em congresso da Missão em Joinville, candidato criticou o bolsonarismo e defendeu metas para prefeitos e governadores.

Renan Santos propõe pena de 30 anos para assalto à mão armada
Foto: TV Globo/Reprodução

O candidato do Missão à Presidência da República, Renan Santos, defendeu neste sábado (12) o aumento para 30 anos da pena por assalto à mão armada e o fim da progressão de regime para crimes desse tipo. A declaração foi feita durante um congresso do partido em Joinville, em Santa Catarina.

Renan também criticou a candidatura de Carlos Bolsonaro ao Senado por Santa Catarina, após sete mandatos como vereador no Rio de Janeiro. Para o candidato, o bolsonarismo trataria o estado como uma reserva de votos. “Essa vai ser a última eleição que os catarinenses vão ainda votar em bolsonarista. Nas próximas, Santa Catarina vai se livrar”, declarou.

A proposta de segurança citada por Renan inclui penas de 30 anos para crimes à mão armada, como roubo e latrocínio, sem progressão de regime. Ele também defendeu um sistema de financiamento para que os municípios ampliem o monitoramento e pediu que as polícias tenham ligação direta com os equipamentos.

Metas para governos

Durante o evento, o candidato voltou a defender a criação da chamada Lei de Responsabilidade Gerencial. A proposta estabeleceria metas para prefeitos e governadores em áreas como segurança, saúde, educação e saneamento básico.

Segundo Renan, estados com melhores índices e investimentos considerados adequados receberiam tratamento favorecido do governo federal. “Os estados que fizerem os investimentos certos e tiverem melhores índices, serão privilegiados por parte do governo federal”, afirmou.

O candidato também defendeu a revisão do pacto federativo. Ele afirmou que Santa Catarina está entre os estados menos beneficiados pela distribuição atual de recursos da União e criticou a falta de estradas e ferrovias para o escoamento da produção estadual.

Renan disse ainda que Santa Catarina seria tratada de forma diferente caso fosse eleito. Na avaliação dele, recursos produzidos no estado acabam financiando áreas que considera menos produtivas, em vez de serem aplicados na infraestrutura catarinense.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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