Leitores apresentaram visões opostas sobre o alerta atribuído à Abin a respeito da pressão dos Estados Unidos sobre o Brasil durante as eleições. Aparecida Alves, de São Bernardo do Campo (SP), afirmou que Donald Trump e aliados estariam tentando favorecer a chegada de governos conservadores ao poder. Para ela, a ausência de reação poderia transformar o Brasil em um país subordinado a decisões americanas.
Mario Rey, de São Paulo (SP), defendeu a participação de Trump e escreveu: “O brasileiro de bem te apoia!”. Já Fabricio Souza, de Contagem (MG), avaliou que a crise institucional teria se agravado sem a participação do presidente americano. Ele afirmou que autoridades antes consideradas incorruptíveis teriam se aproximado de corruptores e disse que, nesse cenário, alguém deveria impor regras e ordem.
Críticas à cobertura do caso Master
Alexandre Avelar, de Juiz de Fora (MG), comentou a informação de que 34% dos entrevistados disseram que a maioria dos envolvidos no caso Master é de esquerda, enquanto 27% citaram a direita. Para ele, a imprensa teria falhado na cobertura, abrindo espaço para o risco de retorno do autoritarismo associado à família Bolsonaro.
Joel Cardoso, de São Paulo (SP), classificou a publicação sobre o tema como “uma das maiores piadas que já li sobre o assunto em um jornal”.
Zelis Pereira Furlan, de Ribeirão Preto (SP), citou Paulo Gonet, o Ministério Público e Andrei Rodrigues ao comentar possíveis decisões judiciais. Antonio José Santana, de Camaçari (BA), disse estar surpreso com o nível de informação dos brasileiros.
As manifestações mencionaram ainda o alerta sobre a pressão dos Estados Unidos, publicado em 19/9, e os dados do Datafolha sobre o caso Master, divulgados em 18/9.



