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Patrícia Poncini, ex-vereadora de Boituva, é morta em ataque no SOS

A ex-parlamentar presidia entidade voltada a famílias vulneráveis; uma coordenadora ficou hospitalizada e o suspeito se entregou.

Patrícia Poncini, ex-vereadora de Boituva, é morta em ataque no SOS
Foto: Câmara Municipal

Patrícia Poncini, ex-vereadora de Boituva, no interior de São Paulo, morreu na quinta-feira (17) após ser atacada na entidade que presidia, o SOS (Serviço de Obras Sociais de Boituva). A organização atende famílias em situação de vulnerabilidade.

A coordenadora do SOS, Andrea Bento, também foi atacada por um funcionário terceirizado e permanece hospitalizada, com quadro estável. Equipes do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e do Corpo de Bombeiros foram acionadas para prestar socorro. O suspeito entrou em contato com a Guarda Civil de Boituva e se entregou em uma rodovia de acesso a Sorocaba.

Patrícia exerceu dois mandatos na Câmara Municipal, entre 2001 a 2008, pelo PMDB, sigla que hoje é chamada de MDB. Durante a atuação parlamentar, defendeu temas relacionados à educação e à saúde da mulher. Também participou da comissão de estudos sobre o contrato e a renovação dos serviços da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo).

Antes e depois da passagem pelo Legislativo, ela trabalhou na educação municipal. Foi professora e dirigiu escolas de educação infantil e de ensino fundamental. Entre as instituições administradas por Patrícia estava o Caena (Centro de Atividades Complementares), que tinha trabalho voltado ao ensino integral.

O irmão de Patrícia, Ricardo Poncini, publicou uma mensagem sobre a morte na sexta-feira (18). “Sem acreditar que estamos vivendo isso, minha irmã, hoje fica a saudade e a dor da sua partida”, escreveu.

A Câmara Municipal afirmou, em nota, esperar uma apuração rigorosa e a responsabilização do autor. A Prefeitura de Boituva decretou luto oficial de três dias. O prefeito Edson Marcusso (PSD) disse que Patrícia teve uma trajetória de trabalho e dedicação à cidade e classificou a morte como uma partida violenta que provoca indignação e dor.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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