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Leitores divergem sobre STF, democracia, extrema direita e tecnologia

Cartas abordam decisões sobre a Polícia Federal, ditadura, eleições, educação e os riscos associados à inteligência artificial.

Leitores divergem sobre STF, democracia, extrema direita e tecnologia
Foto: Pedro Ladeira/Folhapress

Leitores comentaram decisões recentes do Supremo Tribunal Federal (STF), a atuação de ministros e as investigações envolvendo a Polícia Federal. Também abordaram democracia, ditadura, extrema direita, educação e os possíveis riscos do avanço da inteligência artificial.

Jhonatan Coelho, de Matão (SP), afirmou esperar que o plenário do STF diferencie fatos de boatos. Para ele, o encontro de André Mendonça com Vorcaro alterou a interpretação sobre o caso. Maria F. Luporini, de Campinas (SP), defendeu a quebra dos sigilos de todos os envolvidos, citando Moraes e Mendonça.

Outros leitores adotaram posições distintas. Lenise de Souza Ferreira, de Joinville (SC), escreveu que a corrupção sempre vence. Rafael D. E. Nunes, de Brasília (DF), disse que a decisão de Mendonça paralisava investigações da Polícia Federal que envolvessem integrantes do Judiciário, do Ministério Público e da própria corporação. Luciano Serafini, de Ribeirão Preto (SP), pediu respeito à lei, ao devido processo legal e às garantias previstas.

Sobre política e ditadura, Felipe Ribeiro, de Curitiba (PR), criticou eleitores idosos que preferem Lula. Terezinha Rachid Ozorio da Fonseca, de Bom Jardim de Minas (MG), afirmou que quem viveu a ditadura consegue diferenciar um democrata de um fascista. Roberto Ken Nakayama, de São Paulo (SP), relacionou violência, corrupção e regimes autoritários aos riscos para a sociedade e para o mundo.

Extrema direita e políticas públicas

Milton B. Cordeiro, de Belém (PA), avaliou que o nazifascismo atual aparece com uma nova roupagem e usa elementos de identificação coletiva, como os de uma torcida esportiva. Carlos Lara, de Sorocaba (SP), criticou a atuação de Flávio Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva, acusando ambos de explorar oportunidades políticas.

Madeleine Monica Athanazio, do Rio de Janeiro (RJ), e Mario D. Pelissaro, de Atibaia (SP), defenderam uma imprensa comprometida com a democracia e atenta aos riscos de candidaturas extremistas.

As iniciativas em escolas ribeirinhas também receberam comentários favoráveis. Emanoel T. Costa, de São Paulo (SP), afirmou que a educação é o caminho para a emancipação social. Fabiana Menezes, de Belo Horizonte (MG), disse esperar que ações semelhantes se espalhem pelo ambiente escolar.

Na área de tecnologia, Rafael Gallina Delatorre, de Joinville (SC), afirmou que o avanço tecnológico supera a capacidade humana de criar limites e regras. Patricia Ferreira, de São José dos Campos (SP), considerou apelativa a previsão sobre o fim da humanidade. Luís Santana, de Brasília (DF), questionou como uma superinteligência poderia provocar esse resultado e mencionou as limitações atuais de energia para abastecer data centers.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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