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AGU e Ministério da Justiça reagem à decisão de Fachin sobre a PF

Órgãos afirmaram que a decisão restabelece as condições de funcionamento da Polícia Federal e preserva a autonomia das investigações.

AGU e Ministério da Justiça reagem à decisão de Fachin sobre a PF
Foto: Gustavo Moreno/STF

A Advocacia-Geral da União (AGU) e o Ministério da Justiça e Segurança Pública afirmaram que a decisão do ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), restabelece as condições de funcionamento da Polícia Federal (PF) e preserva a autonomia das investigações conduzidas pela corporação.

Fachin suspendeu as decisões dos ministros André Mendonça e Flávio Dino. Mendonça havia afastado o diretor da PF, enquanto Dino tinha determinado a reintegração de Andrei Rodrigues.

O Ministério da Justiça declarou confiança nas instituições e disse que a Polícia Federal continuará cumprindo suas funções. A pasta afirmou que as investigações devem avançar com independência, rigor técnico e respeito à legislação, alcançando todos os fatos e envolvidos.

“Todas as investigações conduzidas pela Polícia Federal deverão prosseguir com absoluta independência, rigor técnico e estrita observância da lei”, declarou o ministério.

A pasta também afirmou que a autonomia investigativa da PF é uma garantia do Estado Democrático de Direito. Segundo o órgão, as apurações em andamento não podem ter a continuidade, a profundidade ou a integridade comprometidas. A Polícia Federal deve investigar com liberdade e responsabilidade, conforme o caminho indicado pelos fatos, para esclarecer as ocorrências e apurar responsabilidades.

Reação da AGU

A AGU disse ter recebido a decisão com satisfação, respeito e esperança. Para o órgão, a medida reafirma a atribuição privativa do presidente da República para nomear e afastar ocupantes de cargos de direção da Polícia Federal.

“A decisão restaura a ordem pública e administrativa e, sobretudo, reafirma a prerrogativa constitucional privativa do presidente da República”, afirmou a Advocacia-Geral da União.

A instituição também declarou que a suspensão dos efeitos da decisão monocrática permite o funcionamento regular das atividades da PF. Na avaliação da AGU, a decisão contribui para restaurar a institucionalidade no Supremo, fortalecer a confiança da sociedade no Poder Judiciário e favorecer a harmonia entre os Poderes.

A manifestação acrescentou que o entendimento de Fachin reconhece as competências atribuídas pela Constituição Federal a cada Poder e contribui para a preservação da paz social e da estabilidade institucional.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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