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Polícia investiga disparo contra jovem em Rio das Pedras, no Rio

Jovem de 18 anos foi baleada na cabeça e passou por cirurgia para retirada do projétil; suspeito seria miliciano da região.

Polícia investiga disparo contra jovem em Rio das Pedras, no Rio
Foto: Divulgação PCERJ

A Polícia Civil investiga como tentativa de homicídio o disparo que atingiu a cabeça de uma jovem de 18 anos na noite de sexta-feira (4), em Rio das Pedras, na zona oeste do Rio de Janeiro. Um miliciano apontado como integrante da região é o principal suspeito.

A investigação considera a possibilidade de que o tiro tenha sido dado depois que o homem viu a jovem acompanhada de amigos em um bar. Testemunhas também relataram que o suspeito teria ciúmes da vítima, com quem mantinha contato por redes sociais. Essa versão ainda não foi confirmada pela Polícia Civil.

O caso chegou às autoridades por meio de uma motorista de aplicativo. Ela contou que recebeu uma chamada para buscar passageiras no Areal, em Rio das Pedras. No local, um homem armado ordenou que as duas mulheres entrassem no veículo e deixassem a área. Uma delas era Maria Heloísa Lima Soares, que já estava ferida.

Depois de sair da comunidade, a motorista encontrou uma viatura e pediu ajuda. O Samu foi chamado pelos policiais e identificou um ferimento causado por projétil de arma de fogo. Maria Heloísa foi levada inicialmente ao Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca. Ela estava acordada, mas desorientada.

De acordo com o boletim, a jovem chegou em estado grave e poderia ser transferida. Ela foi encaminhada posteriormente ao Hospital Municipal Souza Aguiar, no centro do Rio, onde recebeu 32 pontos e passou por cirurgia para retirar o projétil.

A família afirma que Maria Heloísa perdeu a memória depois do disparo, mas ainda não há informação sobre a duração ou a gravidade dessa condição. A direção do Hospital Municipal Souza Aguiar informou que o estado de saúde dela é estável.

O suspeito é conhecido como RD. A Polícia Civil continua apurando a autoria e a motivação do crime.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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