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Conflito em penitenciária do Amapá mata um detento e fere 14

Briga ocorreu durante a abertura do banho de sol em pavilhão com cerca de 270 presos, em Macapá.

Conflito em penitenciária do Amapá mata um detento e fere 14
Foto: Divulgação/Sejusp

Um detento morreu e 14 ficaram feridos após uma confusão no Instituto de Administração Penitenciário do Amapá (Iapen), na manhã desta quarta-feira (9), em Macapá. A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sejusp) investiga se o episódio está relacionado a uma disputa entre facções.

Os feridos foram levados ao Hospital de Emergência (HE), maior unidade de saúde do estado. O governo do Amapá informou ter reforçado a segurança para acompanhar possíveis tentativas de fuga e ataques criminosos na penitenciária.

Investigação

A motivação do conflito ainda não foi confirmada. As polícias Civil e Científica também apuram quais instrumentos foram usados pelos detentos. Durante uma varredura no pavilhão Vivência 4, foram apreendidas duas armas de fogo. O local abriga cerca de 270 detentos.

Emerson Silva, diretor do Iapen, afirmou que o tumulto começou por volta de 8h, durante a abertura do banho de sol. O pavilhão é destinado a presos em situação provisória. “Houve uma grande confusão entre os internos”, disse o diretor em entrevista coletiva.

Segundo Silva, os detentos utilizaram pedaços de madeira e pedras na briga. A identidade do morto não foi informada. O homem estava preso sob suspeita de homicídio e, conforme o diretor, não havia declarado nos registros da penitenciária participação em facção.

O diretor também afirmou que o Iapen tem sido alvo de ataques com drones. Em ocasiões anteriores, servidores interceptaram duas armas antes que chegassem aos presos.

O Amapá vive uma disputa entre facções por pontos de tráfico de drogas e controle territorial para outras atividades criminosas. Entre as áreas mencionadas está a região portuária de Santana, segundo maior município do estado, que ocupou o primeiro lugar no ranking das cidades mais violentas do Brasil em relatório de 2023 do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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