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EUA anunciam interrupção de operações de aéreas iranianas nesta quarta-feira

Scott Bessent afirmou que prestadores de serviços poderão sofrer sanções secundárias se atenderem companhias aéreas do Irã.

EUA anunciam interrupção de operações de aéreas iranianas nesta quarta-feira
Foto: Reuters

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, afirmou nesta segunda-feira (21) que as companhias aéreas iranianas deixarão de operar a partir desta quarta-feira (23). A medida envolverá sanções secundárias contra empresas que prestarem serviços de aviação às aéreas do país.

Segundo Bessent, a decisão foi definida depois de conversas realizadas no domingo (20) com o vice-primeiro-ministro chinês, He Lifeng. O secretário disse que o bloqueio será aplicado quando as aeronaves pousarem em qualquer aeroporto.

Entre as restrições citadas estão o fornecimento de combustível, os serviços de pouso e a venda de passagens. Quem atender as companhias iranianas poderá ser excluído do sistema do dólar, afirmou Bessent em entrevista à CNBC. "Não será possível fornecer combustível a elas, prestar serviços de pouso, nem vender passagens para elas, sob pena de exclusão do sistema do dólar", declarou.

Bessent também disse que os Estados Unidos mantêm conversas positivas com autoridades financeiras chinesas, incluindo Pan Gongsheng, presidente do Banco Popular da China, sobre o cumprimento das sanções americanas contra o Irã. De acordo com o secretário, a China tem estado "muito envolvida" na pressão econômica contra o país.

O regime chinês não confirmou as declarações. Nesta segunda-feira, a Guarda Revolucionária do Irã ameaçou atacar novos alvos e usar novas armas caso os Estados Unidos voltem a bombardear o país. Um porta-voz do braço militar iraniano afirmou: "Introduziremos no campo de batalha novas armas com novas capacidades, e o mundo ficará surpreso".

Quase sete meses após o início da guerra, Irã e Estados Unidos continuam em um impasse. A Guarda Revolucionária também declarou estar preparada para uma "guerra prolongada".

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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