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Flávio Bolsonaro chama Lula de “pai do Tigrinho” em ato no Rio

Candidato do PL também prometeu reduzir a maioridade penal e combater facções, milícias e o mercado de apostas online.

Flávio Bolsonaro chama Lula de “pai do Tigrinho” em ato no Rio
Foto: Douglas Shineidr/AFP

O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, voltou a chamar Luiz Inácio Lula da Silva de “pai do Tigrinho” e “pai do cassino online”. A declaração ocorreu neste sábado (26), durante ato de campanha em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, um dia depois de o governo publicar medida provisória que proíbe as bets.

“Esse presidente está afundando o brasileiro em dívidas, é o pai do Lulinha, é o pai do Tigrinho e é o pai do cassino online. O Lula está desesperado”, afirmou Flávio.

Na sexta, o candidato já havia classificado a medida como eleitoreira e associado Lula ao personagem ligado às apostas eletrônicas. Os jogos online foram autorizados na gestão de Michel Temer (2016-2018), mas receberam regulamentação no governo Lula no fim de 2023, depois de o mandato de Jair Bolsonaro (2019-2022) terminar sem regras para o setor.

O mercado regulado começou em 2025, após um período de transição. A operação foi autorizada para 85 empresas, mediante o pagamento de uma outorga de R$ 30 milhões.

Durante o ato, Flávio apresentou propostas para a segurança pública e a educação. Ele afirmou que pretende reduzir a maioridade penal para 16 anos e combater Comando Vermelho, PCC (Primeiro Comando da Capital) e milícias. Também prometeu um voucher para creche particular a famílias sem vaga na rede pública e redução de impostos sobre a folha de pagamento.

A agenda no Rio de Janeiro terminou com uma motociata na Barra da Tijuca e em Jacarepaguá, na zona sudoeste. Fogos de artifício foram disparados ao final, e Flávio agradeceu aos apoiadores sobre o carro de som. Depois de discursar por cerca de cinco minutos e dançar, deixou o local sem falar com a imprensa.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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