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Leitores divergem sobre decisões do STF e atuação de candidatos

Cartas discutem liberdade de expressão, uso político da Justiça, religião, autocrítica e fake news.

Leitores divergem sobre decisões do STF e atuação de candidatos
Foto: Reuters

Leitores discutiram decisões de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), manifestações de candidatos e a atuação de instituições em cartas sobre textos publicados em 28/9 e 27/9.

Maria Tereza Castro, de Campinas (SP), afirmou que Flávio Dino agiu de acordo com a lei ao determinar medidas relacionadas às publicações sobre Nossa Senhora Aparecida. Ela também questionou a defesa da liberdade de expressão feita por Flávio Bolsonaro e aliados.

Selma Maria Almeida Santos, de Cotia (SP), criticou o episódio envolvendo Nossa Senhora Aparecida e disse que instituições responsáveis pela Justiça constitucional não deveriam ser usadas em disputas eleitorais. Elienai Araujo, de São José dos Campos (SP), resumiu sua avaliação sobre o caso: “Virou várzea, amigos”.

Luciana Lemes Silva, de Poços de Caldas (MG), defendeu uma reforma política e uma reforma do Judiciário, além de uma nova Constituição. Para ela, decisões do STF favoráveis ou contrárias a candidatos mostram a banalização das instituições.

Religião e disputa eleitoral

Luiz Henrique Moreira, de Palhoça (SC), criticou a decisão de Flávio Dino e questionou a imparcialidade do processo eleitoral. Alvaro Moraes, de Campo Grande (MS), acusou André Mendonça de usar o cargo para favorecer Flávio Bolsonaro.

Cartas também comentaram a declaração de um bispo da CNBB sobre a decisão de Flávio de decretar que o Brasil é de Jesus Cristo. Daniel Brandão, de São Paulo (SP), disse que o bispo deveria cobrar a imposição de uma fé por decreto, mas questionou a ausência de manifestações sobre decisões atribuídas a Moraes e Messias relacionadas à prática do aborto por assistolia fetal. Vera Maria da Costa Dias, de Porto Alegre (RS), elogiou a manifestação do bispo e criticou o preparo do candidato.

Sobre a autocrítica do Lula e do PT, Albert Brasil, de Porto Alegre (RS), afirmou que a falta dela faria parte da identidade do partido. Paula Brügger, de Florianópolis (SC), perguntou se a autocrítica vale apenas para a esquerda, enquanto Helene Medeiros, do Rio de Janeiro (RJ), elogiou o artigo.

Mônica Barros, de Varginha (MG), escreveu que não existe mentira justificável e defendeu a honestidade em atos, pensamentos e palavras. No tema Alcolumbre e Vorcaro, Valdir Teixeira da Silva, de São Paulo (SP), classificou como seletiva a indignação apresentada no artigo sobre o senador.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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