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Política

Maioria em São Paulo rejeita privatização de metrô, trens e Porto de Santos

Pesquisa Datafolha mostra aumento da oposição à concessão das linhas de transporte e à desestatização do porto paulista.

Reprovação à privatização de metrô e trem cresce em São Paulo

A maioria dos entrevistados em levantamento Datafolha se declarou contrária à privatização das linhas de metrô e trem em São Paulo e do Porto de Santos. A pesquisa, realizada nesta segunda-feira (13), mostra que 56% rejeitam a concessão dos serviços de transporte à iniciativa privada.

A oposição à privatização do metrô cresceu 9 pontos percentuais em relação à pesquisa anterior, feita em março de 2023. Nesse intervalo, a parcela favorável à transferência do serviço para a iniciativa privada caiu de 48% para 37%.

Trens e Porto de Santos

No caso das linhas da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), 53% dos entrevistados disseram desaprovar a privatização, alta de 8 pontos percentuais em comparação com 2023. Os favoráveis somaram 39%, ante 49% na pesquisa anterior.

A privatização do Porto de Santos também foi rejeitada por metade dos entrevistados, ou 50%. O percentual representa aumento de 5 pontos percentuais na oposição desde 2023. Já a parcela favorável à desestatização caiu de 43% para 31%.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, defendeu a privatização do porto em 2023. Ao participar de um fórum realizado pelo grupo Voto, afirmou: “Quero privatizar o Porto de Santos porque isso é a diferença entre prosperidade e pobreza na Baixada Santista”.

A defesa da privatização do Porto de Santos já estava entre as bandeiras de Tarcísio quando ele era ministro do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Depois da vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2022, o então ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, retirou o Porto de Santos do PND (Programa Nacional de Desestatização).

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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