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Empresas ligadas a Thiaguinho recorrem por uso de ‘Tardizinha Gospel’

Paz & Bem e Tardezinha Produções contestam decisão que negou apelação e pedem proibição do uso da expressão em eventos.

Empresas ligadas a Thiaguinho recorrem por uso de ‘Tardizinha Gospel’
Foto: Guilherme Breder/Divulgação

Empresas ligadas ao cantor Thiaguinho apresentaram um novo recurso na disputa judicial sobre o uso da expressão “Tardizinha Gospel”. A Paz & Bem Edições Musicais Ltda. e a Tardezinha Produções e Eventos Ltda. contestam a decisão que manteve a negativa à apelação apresentada anteriormente.

As empresas afirmam que houve uso indevido da expressão e pedem a reforma do entendimento adotado no julgamento anterior. Em primeira instância, os pedidos foram rejeitados. Depois, a apelação também recebeu decisão desfavorável.

Um dos pontos questionados no novo recurso é a classificação de “Tardezinha” como uma “marca fraca”. Para as autoras, esse entendimento não afastaria a proteção de uma marca regularmente registrada. Elas sustentam que a decisão anterior reconheceu tanto o registro da marca quanto a titularidade das empresas sobre ela.

As autoras também alegam que o tribunal identificou semelhança e possibilidade de confusão entre “Tardizinha Gospel” e “Tardezinha”. Na avaliação apresentada no recurso, esses reconhecimentos deveriam ter sido considerados junto com a proteção decorrente do registro da marca.

Pedido das empresas

Outro argumento é que os dois eventos atuam no mesmo segmento. Segundo as empresas, as atividades envolvem a realização de festas, a produção de shows e a apresentação de espetáculos. Para elas, essa proximidade reforça a alegação de violação da marca e também teria sido reconhecida pelo tribunal.

No recurso, a Paz & Bem Edições Musicais Ltda. e a Tardezinha Produções e Eventos Ltda. pedem que a Justiça proíba a Tardizinha Gospel Eventos Ltda. e Juliano de Bitencourt Vargas — identificado como “pagode Restaura” — de usar a expressão “Tardizinha Gospel”.

Em 15 de setembro de 2026, a Justiça determinou que as partes interessadas apresentassem contrarrazões aos recursos.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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