Leitores comentaram temas de religião, política e instituições públicas em cartas relacionadas a textos publicados em 27/09, 28/09 e 27/9. As mensagens trataram da controvérsia envolvendo Flávio Bolsonaro e Nossa Senhora, da disputa pelo Senado de São Paulo, da atuação do Ministério Público e do Supremo Tribunal Federal e da política externa argentina.
Religião e política
André Elias do Prado, de São Paulo, afirmou que a Igreja Católica estaria preocupada com a possibilidade de retorno do bolsonarismo ao poder e criticou o uso da fé por líderes evangélicos. João Quadros, do Rio de Janeiro, escreveu sobre a doutrina cristã e a figura de Maria, apresentada por ele como serva de Deus e mãe de Jesus Cristo encarnado.
Nerisvaldo José Santos, de São Paulo, defendeu que o Estado é laico e que a preferência por uma divindade não deve ser estabelecida por projetos, leis ou regras estatais.
A discussão sobre a declaração atribuída a Lula a respeito de uma controvérsia envolvendo Flávio Bolsonaro e Nossa Senhora também gerou manifestações. Marcos Leão, de Brasília, classificou o boato como falso, mas disse que a situação revelou uma vulnerabilidade política e criou uma controvérsia entre católicos e evangélicos. Outros leitores fizeram críticas a Lula e à família Bolsonaro. Daniel Nunes, de Natal, afirmou que a disputa política estaria aumentando a divisão entre católicos e protestantes.
Senado e política paulista
A desistência de Salles da candidatura ao Senado de São Paulo e o apoio a Derrite e André do Prado também foi comentada. Maria Bilck, de Florianópolis, comemorou a saída de Salles da disputa. Rosamaria Silva, de Santo André, questionou as críticas feitas anteriormente por Salles a André do Prado e perguntou o que teria sido negociado para sua saída.
Mateus Lourenzo, de São Paulo, relacionou o episódio ao bolsonarismo e mencionou a possibilidade de investigação sobre a atuação de Salles no Ministério do Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística.
Justiça e política internacional
Cartas sobre o Ministério Público Federal e o Supremo Tribunal Federal criticaram uma suposta proteção institucional entre os órgãos. Paulo Roberto Dufrayer de Oliveira, do Rio de Janeiro, comparou a atuação das duas instituições. Já Maria José Persevalli, de São Paulo, afirmou que Gonet foi julgado por seus pares e questionou a existência de crime no episódio envolvendo um charuto e uísque.
Sobre a Argentina, Alessandra Alvim Teixeira, de Belo Horizonte, perguntou contra quem o país estaria se rearmando. Samuel Fagundes, de São Paulo, interpretou o apoio de Trump a Milei como uma forma de pressionar o Reino Unido a comprar mais armas. Antonio Dias Macedo, também de São Paulo, criticou a compra de armamentos sem transferência de tecnologia.



