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Mulher é morta a tiros após denúncia de importunação sexual em Colômbia

Marido afirma que suspeito provocou a família, buscou uma arma em casa e voltou ao bar antes de atirar contra Mikaelle da Silva.

Mulher é morta a tiros após denúncia de importunação sexual em Colômbia
Foto: Reprodução/EPTV

Uma mulher de 32 anos foi morta a tiros em um bar depois de denunciar José Dener Rodrigues por importunação sexual contra sua filha de 11 anos. O marido da vítima, o vigia Estevão Ricardo Maros, afirma que o suspeito iniciou uma série de provocações antes do disparo.

O caso ocorreu na última sexta-feira (4), no distrito de Laranjeiras. Segundo Maros, Rodrigues aparentava estar alcoolizado, discutiu com a família no estabelecimento e se envolveu em uma troca de agressões com ele. Pessoas que estavam no bar separaram os dois.

Ainda de acordo com o vigia, Rodrigues foi para casa, pegou uma arma e retornou ao local acompanhado do filho. Quando Mikaelle da Silva se aproximou para falar com o rapaz, o suspeito atirou. “Foi rápido, coisa assim de 30, 40 segundos, depois que ele chegou aqui”, afirmou Maros.

Mikaelle recebeu atendimento de uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu. Rodrigues fugiu depois do crime e não havia sido localizado até a última atualização. A arma foi apreendida com a ajuda de moradores que presenciaram a confusão.

Denúncia e investigação

Maros relata que a família vinha sendo provocada desde junho, após denunciar Rodrigues por importunação sexual. A denúncia foi feita depois que a filha de 11 anos relatou um episódio ocorrido em janeiro deste ano. O vigia disse que a mulher e a filha registraram a ocorrência e que Rodrigues teria sido chamado para prestar depoimento.

Na noite do crime, Maros afirma que tentou evitar contato e se sentou com a mulher em uma mesa distante. Segundo ele, Rodrigues se aproximou, insultou a família e provocou o vigia, que reagiu. “Ele veio e me provocou. Provocou a minha família e quem estava junto com a gente”, disse.

A Polícia Civil investiga o caso como homicídio. A defesa de José Dener Rodrigues não foi localizada.

O irmão da vítima, o vigia Brendo Bezerra de Almeida, pediu uma resposta das autoridades e justiça para Mikaelle.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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