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Polícia Civil apura denúncia de toque íntimo contra investigador em Cáceres

Mulher afirmou que policial a tocou durante conversa na Delegacia da Mulher; caso foi registrado como importunação sexual.

Polícia Civil apura denúncia de toque íntimo contra investigador em Cáceres
Foto: Polícia Civil

Uma mulher denunciou um investigador da Polícia Civil por importunação sexual após afirmar que foi tocada por ele durante uma conversa na Delegacia da Mulher de Cáceres, a 250 km de Cuiabá. O caso foi registrado em 16 de setembro e é investigado pela própria corporação.

A denunciante trabalhava como auxiliar de limpeza de uma empresa terceirizada e estava na sala onde o investigador atuava. Conforme o boletim de ocorrência, os dois conversavam quando o policial teria batido nas partes íntimas dela.

A mulher disse que repreendeu a atitude e pediu respeito. Segundo o relato, o investigador respondeu que se tratava de uma “brincadeira”. Ela afirmou que ficou abalada e procurou a delegacia para formalizar a denúncia. O registro foi feito com base no artigo 215-A do Código Penal, que trata de importunação sexual.

A Polícia Civil informou que abriu um procedimento investigativo. As partes envolvidas foram intimadas a prestar esclarecimentos. “Demais providências estão sendo adotadas para o esclarecimento dos fatos e a adoção das medidas legais cabíveis”, afirmou a corporação em nota.

Outro caso envolvendo investigador

Em fevereiro deste ano, o investigador Manoel Batista da Silva, de 52 anos, foi preso preventivamente sob suspeita de estuprar uma mulher dentro da delegacia de Sorriso, a 420 km de Cuiabá. De acordo com a Polícia Civil, a vítima estava detida na unidade quando o crime teria ocorrido.

A mulher relatou ter sido estuprada quatro vezes pelo investigador, em dezembro de 2025. A defesa afirmou que ele a levava para uma sala vazia e a ameaçava para que mantivesse silêncio. Um exame apontou compatibilidade genética entre o material do investigado e o coletado da vítima.

Com base nas provas, o investigador foi indiciado. A polícia também pediu a prisão preventiva, mandados de busca e apreensão e a quebra do sigilo de dados telefônicos.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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