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Dois homens são presos após furto de equipamentos de energia no Marajó

Materiais foram recuperados em Ponta de Pedras; um dos suspeitos teria ameaçado policiais durante a abordagem.

Dois homens são presos após furto de equipamentos de energia no Marajó

Dois homens foram presos em flagrante em Ponta de Pedras, no arquipélago do Marajó, sob suspeita de furtar equipamentos usados pela Equatorial Energia. O crime ocorreu na sexta-feira (25) e foi registrado por câmeras de segurança.

A Polícia Civil informou que os materiais servem à manutenção da rede de distribuição de energia elétrica. Por isso, o furto poderia prejudicar os serviços da concessionária e afetar o fornecimento de energia.

Depois de analisar as imagens, a Polícia Civil passou a investigar o caso com apoio da Polícia Militar. As equipes identificaram os suspeitos, localizaram os dois homens e recuperaram os equipamentos, que foram levados à Delegacia de Polícia Civil de Ponta de Pedras. A faca apreendida durante a ocorrência também foi apresentada à polícia.

Abordagem

Segundo a polícia, um dos homens resistiu à prisão, pegou uma faca e avançou contra um agente. Ele foi contido pelos demais policiais. Ainda conforme a Polícia Civil, o suspeito fez ameaças de morte e ofendeu um policial militar, dizendo que sabia onde o agente morava e que iria procurá-lo depois.

Além da suspeita de furto, a investigação considera possíveis crimes de resistência, ameaça, desacato e tentativa de homicídio contra agente de segurança pública. As circunstâncias e a participação de cada preso serão apuradas.

Um dos homens já havia sido detido na terça-feira (22), sob suspeita de furtar uma embarcação do tipo rabeta. O veículo foi encontrado às margens do Rio Marajó-Açu, em uma área de mata, e recuperado pela Polícia Militar.

Ele foi colocado em liberdade posteriormente, mediante medidas determinadas pela Justiça, e estava solto havia cerca de dois dias quando acabou preso novamente. A polícia informou que os dois suspeitos têm registros anteriores em procedimentos criminais. Ambos permanecem à disposição da Justiça.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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