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Foragido é preso em restaurante de luxo; bolo viral e denúncia contra ex-patrão também repercutem

As notícias incluem a prisão de um investigado, um bolo com fonte que viralizou e um caso de gravações íntimas em banheiro.

Foragido é preso em restaurante de luxo; bolo viral e denúncia contra ex-patrão também repercutem
Foto: Divulgação

Um homem procurado desde a Operação Luxury foi preso ao deixar um restaurante de alto padrão em Campos do Jordão (SP). Yago Araújo Silva Santos, de 27 anos, usava documentos falsos e estava escondido em São Paulo, segundo a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (Ficco).

A investigação aponta que ele vivia em um condomínio de alto padrão em Uberlândia e utilizava carros de luxo. Os investigadores também identificaram uma viagem recente à Europa, com passagem por Ibiza, na Espanha. A polícia suspeita que os recursos para manter esse padrão de vida tenham vindo de atividades criminosas atribuídas ao grupo investigado. A operação foi deflagrada em abril de 2026.

Em Uberlândia, uma confeiteira ganhou repercussão nas redes sociais ao produzir um bolo inspirado em uma fonte ornamental com a escultura de um anjo. Jessya Mendes, de 28 anos, recebeu a encomenda com a proposta de criar uma peça que lembrasse um jardim encantado.

A publicação no X ultrapassou 10 milhões de visualizações. Jymmo, nome pelo qual a confeiteira é conhecida, disse que não esperava a repercussão. A montagem exigiu dois dias de trabalho na fonte e no anjo feitos de biscuit, além de outros dois dias para preparar e montar o bolo. Na fase final da decoração, foram 12 horas de dedicação.

Em Santa Juliana, no Alto Paranaíba, uma mulher de 26 anos denunciou ter sido filmada nua no banheiro da imobiliária onde trabalhava. Segundo ela, o responsável pelas gravações foi o ex-patrão, Hélio Borges Júnior, de 53 anos.

O registro foi feito pela Polícia Militar em 29 de junho. O caso é investigado por importunação sexual e registro não autorizado da intimidade sexual. Levado à delegacia, o empresário admitiu ter escondido um celular no banheiro para gravar as imagens, mas não foi incluído no sistema prisional, conforme a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp). A Polícia Civil conduz a investigação.

A vítima encontrou fotos e vídeos ao usar o celular do ex-patrão para pagar uma marmita. Depois da denúncia, outras três mulheres procuraram a jovem e relataram situações semelhantes. Já havia boletins de ocorrência contra o empresário em 2023 e 2024. Uma das denunciantes tinha 19 anos quando relatou episódios de comportamento inadequado no trabalho.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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