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Região de Campinas registra ao menos 15 feminicídios em 2026

Talita Ramos Andrade foi encontrada morta em Artur Nogueira; ex-companheiro foi baleado e preso após ser localizado escondido.

Região de Campinas registra ao menos 15 feminicídios em 2026

A região de Campinas registrou ao menos 15 feminicídios em 2026 após Talita Ramos Andrade, de 35 anos, ser encontrada morta em uma estrada rural da cidade. Mãe de três filhos, ela havia se mudado para Campinas depois do fim do relacionamento com Anderson Souza Andrade Ramos, de 42 anos, por medo de ameaças e para recomeçar a vida, segundo a família.

Talita tinha medida protetiva contra o ex-companheiro e registrou, neste ano, um boletim de ocorrência em que relatou ameaças constantes. Anderson foi baleado e preso nesta segunda-feira (7), depois de ser encontrado escondido debaixo de um galinheiro, na região do Jardim Blumenau. A Justiça decretou a prisão preventiva dele.

Violência no ambiente doméstico

Em 13 dos 15 casos registrados neste ano, o suspeito era marido, companheiro ou ex-companheiro da vítima. O caso de Talita foi registrado em 5 de setembro, em Artur Nogueira.

A lista inclui Letícia Chaves de Oliveira, morta em 16 de janeiro, em Valinhos; Yasmin Evely da Silva, assassinada em 22 de janeiro, em Sumaré; Naiara Souza Lopes, morta em 30 de janeiro, em Artur Nogueira; Rita de Cássia da Silva Coura e Ana Paula Perpétuo, assassinadas em 2 de fevereiro, em Campinas e Lindóia, respectivamente.

Também estão entre os casos Julyene de Lima dos Santos, morta em 14 de março, em Hortolândia; Carla Viviane da Silva, assassinada em 29 de abril, na mesma cidade; Vanessa Oliveira dos Santos, morta em 1º de maio, em Itapira; e Najylla Duenas Nascimento, assassinada em 9 de maio, em Campinas.

Em 1º de junho, Jaciara Lima foi morta em Campinas. Fabiola Batista Dias, mulher trans, morreu após ser agredida em 12 de junho, também em Campinas. Eliane do Carmo Pereira foi morta em 8 de agosto, em Valinhos, e Elinalva Mendes Teixeira Pacheco, em 9 de agosto, em Campinas.

Os dois casos anteriores ao de Talita ocorreram em setembro: Cleonice Aparecida Pinheiro de Oliveira foi morta em 4 de setembro, em Hortolândia, e Talita foi encontrada morta no dia seguinte, em Artur Nogueira.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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