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Umbu lidera extração de frutos no Rio Grande do Norte em 2025

Pesquisa do IBGE registrou 1.750 toneladas de alimentos extraídos no estado, alta de 16,59% sobre 2024.

Umbu lidera extração de frutos no Rio Grande do Norte em 2025
Foto: Reprodução/TV Sergipe

O umbu foi o fruto nativo mais extraído no Rio Grande do Norte em 2025, com 825 toneladas e mais de R$ 1,19 milhão em valor de produção. A mangaba veio em seguida e movimentou R$ 2,06 milhões no estado, segundo a pesquisa Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura (Pevs), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A extração vegetal considera a coleta de produtos em formações florestais nativas ou espontâneas, sem plantio. Entram nesse levantamento itens como madeira, lenha, carvão vegetal e frutos nativos. Produtos de agricultura irrigada, como o melão, ficam fora da pesquisa.

Alimentos e madeira

Ao todo, foram extraídas 1.750 toneladas de produtos alimentícios no território potiguar em 2025. O volume foi 16,59% maior que o de 2024, quando chegaram a 1.501 toneladas. O valor total de produção desses alimentos superou R$ 4,15 milhões.

A castanha de caju respondeu por 107 t e R$ 440 mil em valor de produção. O cajá somou 22 t e R$ 71 mil, enquanto os demais produtos alimentícios alcançaram R$ 380 mil.

Considerando toda a extração vegetal, o estado gerou mais de R$ 62 milhões em valor de produção, contra R$ 58,6 milhões no ano anterior, uma alta de 5,80%. A lenha representou 73,36% desse montante, com mais de R$ 45,5 milhões e 1,11 milhões de m³ extraídas.

Lenha, madeira em tora e carvão vegetal concentraram 82,68% do valor de produção do setor. O carvão foi produzido em 118 municípios, totalizando 3.578 toneladas e mais de R$ 5,07 milhões.

Carnaúba e eucalipto

A extração de carnaúba para cera e pó caiu 10,98%, de 428 toneladas em 2024 para 381 toneladas em 2025. Desse total, 379 t foram produzidas em formato de pó. O valor da produção recuou de R$ 7,62 milhões para R$ 6,59 milhões, redução de 13,40%.

Na silvicultura, o estado produziu 1.500 metros cúbicos (m³) de lenha de eucalipto, com valor de R$ 120 mil. Pureza respondeu por 1.200 m³ e R$ 96 mil, enquanto Macaíba produziu 300 m³ e gerou R$ 24 mil. A madeira em tora de eucalipto para outras finalidades ficou concentrada em Pureza, com 6.000 m³ e R$ 2,4 milhões.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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