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Wilson Azevedo mantinha ritual diário de leitura antes de começar o dia

Professor e diretor de escolas, ele morreu aos 97 anos, dormindo em casa, em Caçapava, no último dia 24 de agosto.

Wilson Azevedo mantinha ritual diário de leitura antes de começar o dia
Foto: Arquivo Pessoal

Wilson Azevedo começava todos os dias lendo as seções de política, economia, cultura e cidades. Só depois fazia as palavras cruzadas, tomava café, cuidava da casa e encontrava os filhos. Ele morreu aos 97 anos, dormindo em casa, no último dia 24 de agosto.

A rotina começava às 5h30 e se repetiu diariamente. Segundo a nora, Ana Lúcia de Medeiros Azevedo, Wilson ficava bravo quando a entrega do jornal atrasava, porque isso afetava o restante do dia.

Nascido em 1929, em São José dos Campos (SP), Wilson era filho de um empreiteiro. Ainda criança, mudou-se com a família para Caçapava, depois que o pai foi contratado para construir o mercado da cidade.

Na adolescência, foi para São Paulo estudar artes na Academia de Belas Artes. Para pagar a faculdade, trabalhou na Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. Foi lá que conheceu Naná, com quem se casou, teve quatro filhos e viveu por mais de 50 anos.

Durante a faculdade, Wilson descobriu a vocação para ensinar. Depois de formado, deu aulas de artes e desenho geométrico na rede estadual paulista. Por mais de 40 anos, também foi diretor de escolas no interior de São Paulo.

Família e vida em Caçapava

Depois de se formar e se casar, Wilson voltou para Caçapava com Naná para criar os filhos. O casal gostava de receber familiares e amigos, cozinhar, ir ao cinema e ao teatro. Eles disputavam quem preparava os melhores pratos, incluindo pizzas e carnes exóticas.

Os quatro filhos — Vera, Regina, Wilson e Rogério — e os cinco netos eram presença constante na casa. Aos finais de semana, o imóvel recebia também crianças de outros parentes e amigos.

Após a morte de Naná, em 2022, filhos e netos se aproximaram ainda mais de Wilson. Ele não tinha histórico de doenças, nem colesterol ou pressão altos. Deixa os quatro filhos e cinco netos.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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