São Paulo, Terça-feira, 22 de setembro de 2026
Dólar R$ 5,11 · Euro R$ 5,86 · Ibovespa 186.596 -0,00%
A economia explicada todos os dias
Economia

Brasil prevê reunião com autoridade dos EUA sobre tarifas no fim do mês

Márcio Elias Rosa espera discutir as tarifas aplicadas a produtos brasileiros durante encontro do G20 em Milwaukee.

Brasil prevê reunião com autoridade dos EUA sobre tarifas no fim do mês
Foto: Reuters

O ministro da Indústria, Márcio Elias Rosa, afirmou nesta segunda-feira (14) que deve se reunir no fim do mês com Jamieson Greer, chefe do Escritório de Comércio dos Estados Unidos, para tratar das tarifas impostas a produtos brasileiros desde julho deste ano.

O encontro é esperado durante a reunião dos ministros de Finanças do G20, marcada para os dias 30 de setembro a 1º de outubro, em Milwaukee, no estado americano do Wisconsin. O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, também deve participar.

“Lá nós teremos um encontro muito provavelmente com o embaixador Greer”, disse Elias Rosa. Segundo o ministro, a reunião já foi combinada com o governo americano. Até lá, as equipes técnicas dos dois países continuarão trabalhando e trocando documentos para preparar a próxima rodada de conversas.

Questionado sobre os temas que seriam discutidos e sobre a existência de um possível esboço de acordo, Elias Rosa não detalhou a pauta.

A rodada mais recente de negociações entre Brasil e Estados Unidos sobre o tarifaço ocorreu em 31 de agosto. Na ocasião, representantes brasileiros disseram que consideravam injusto e discriminatório o tratamento dado ao país pela Casa Branca.

Em nota divulgada pelo governo Lula (PT), Márcio Elias Rosa e Mauro Vieira afirmaram que o Brasil não concorda com medidas unilaterais impostas contra o país e que elas não são compatíveis com as regras multilaterais de comércio.

Os Estados Unidos aplicam duas tarifas sobre produtos brasileiros. Uma delas é de 25%, por supostas práticas comerciais desleais. A outra, de 12,5%, foi atribuída a supostas falhas no combate à importação de itens produzidos com trabalho forçado. Essa cobrança substituiu a tarifa global de 10% que vigorou até julho.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Assine nossa newsletterAs principais notícias do dia no seu e-mail.