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Mercado eleva projeção de inflação e reduz estimativa para o PIB em 2026

Boletim Focus mostra inflação maior e crescimento menor para 2026; previsão para a Selic permanece em 13,5% ao ano.

Mercado eleva projeção de inflação e reduz estimativa para o PIB em 2026
Foto: Folhapress

As projeções dos economistas consultados pelo Banco Central para a inflação em 2026 subiram pela segunda semana seguida, enquanto a estimativa para o crescimento da economia caiu. Os dados foram divulgados no Boletim Focus nesta segunda-feira (28).

A previsão para o IPCA passou de 4,92% para 4,99%. Na semana anterior, a projeção havia avançado de 4,90% para 4,92%. O resultado esperado para o índice está acima do centro da meta de inflação, de 3%, e também supera o teto do intervalo de tolerância, de 4,5%.

Para o PIB, a estimativa recuou de 1,88% para 1,86%. Essa foi a terceira semana seguida de redução e levou a projeção ao menor nível desde maio.

A expectativa para a Selic no fim de 2026 ficou em 13,5% ao ano, enquanto a previsão para o dólar permaneceu em R$ 5,20. Nas projeções mensais, os economistas esperam juros de 13,75% em setembro, 13,63% em outubro e 13,5% em novembro.

Projeções para 2027 em diante

Para 2027, a previsão de inflação subiu de 4,30% para 4,31%, e a estimativa de crescimento do PIB caiu de 1,43% para 1,41%. A projeção para a Selic ficou em 12% e a do dólar, em R$ 5,28.

As previsões de inflação para os anos seguintes são de 3,80% em 2028 e 3,50% em 2029. Para o crescimento da economia, o mercado estima 1,83% em 2028, após revisão de 1,87%, e 2% em 2029.

A projeção para a Selic é de 10,5% em 2028 e 10% em 2029. O dólar é estimado em R$ 5,30 em 2028 e R$ 5,35 em 2029, após revisão de R$ 5,36.

O Focus também prevê alta de 0,56% para o IPCA de setembro e de 0,33% para outubro. Para novembro, a estimativa passou de 0,32% para 0,35%. A inflação acumulada em 12 meses subiu de 4,62% para 4,65%. Para os preços administrados, como energia elétrica e combustíveis, a projeção de 2026 aumentou de 4,61% para 4,63%.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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