São Paulo, Terça-feira, 22 de setembro de 2026
Dólar R$ 5,11 · Euro R$ 5,86 · Ibovespa 186.596 -0,00%
A economia explicada todos os dias
Economia

Lula compara petróleo da Margem Equatorial a um possível novo pré-sal

Presidente afirmou que o Brasil deve proteger petróleo, minerais críticos e terras raras diante do interesse de Donald Trump.

Lula compara petróleo da Margem Equatorial a um possível novo pré-sal
Foto: Petrobras/Divulgação

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira (18) que o petróleo da Margem Equatorial brasileira pode representar um novo pré-sal. Segundo ele, o produto encontrado na região parece ter qualidade superior à do petróleo produzido no pré-sal.

“Lá há petróleo... possivelmente o novo pré-sal. Parece ser de mais qualidade”, disse Lula em uma base da Polícia Rodoviária Federal (PRF), no Rio de Janeiro.

A Petrobras anunciou a descoberta de petróleo no campo de Morpho, na Bacia da Foz do Amazonas, na costa do Amapá. A área está dentro da Margem Equatorial. A empresa também recebeu licença do Ibama para ampliar a exploração em poços próximos a Morpho.

O presidente afirmou que o Brasil precisa proteger as riquezas naturais e mencionou o interesse de Donald Trump por recursos considerados estratégicos, como petróleo, minerais críticos e terras raras.

“O Trump está atrás de minerais críticos, petróleo e terras raras. Não, isso aqui é nosso”, declarou Lula, sob aplausos da plateia, formada majoritariamente por agentes de segurança.

Lula disse ainda que o governo precisará fazer grandes investimentos para manter o controle sobre essas riquezas em um país de dimensões continentais como o Brasil.

Na mesma ocasião, o presidente voltou a criticar Trump e o governo dos Estados Unidos pela classificação de facções criminosas brasileiras como organizações terroristas. Lula afirmou que não aceita essa definição e disse que Trump usa o termo terrorismo em referência a ações de Estado.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Assine nossa newsletterAs principais notícias do dia no seu e-mail.