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ONS e Aneel selecionam cinco distribuidoras para testar controle de energia

Projeto avaliará mecanismos para integrar a operação do sistema elétrico aos recursos distribuídos, como geração solar, baterias e veículos elétricos.

ONS e Aneel selecionam cinco distribuidoras para testar controle de energia
Foto: Reuters

O ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) e a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) selecionaram cinco distribuidoras para participar de um projeto que testará mecanismos de controle sobre recursos energéticos distribuídos, como a geração solar.

Foram escolhidas CPFL Paulista, Cemig, Copel, Energisa Mato Grosso e Neoenergia Elektro. A informação está em uma carta encaminhada pelo ONS nesta semana à Aneel, que avalia a criação de um projeto de “sandbox” regulatório sobre o tema.

Critérios e objetivos

De acordo com o ONS, as distribuidoras têm elevada capacidade instalada de geração distribuída em suas áreas de concessão. Entre os exemplos estão sistemas instalados em telhados e miniusinas fotovoltaicas.

A seleção também levou em conta o grau de maturidade tecnológica das empresas, considerando uma eventual adoção de sistemas especializados, como ADMS e DERMS. Essas ferramentas ampliam a capacidade de monitorar, controlar e otimizar os chamados recursos energéticos distribuídos (REDs) na rede elétrica.

Além da geração distribuída, baterias e veículos elétricos estão entre as soluções emergentes consideradas REDs no setor elétrico brasileiro.

O projeto pretende criar mecanismos para integrar as operações do ONS, responsável pelo controle da geração e da transmissão de energia no Brasil, e das distribuidoras, que atendem a etapa final do consumo.

A proposta foi apresentada em um cenário de dificuldades crescentes na operação do sistema elétrico com a expansão da geração distribuída, que não é controlável pelo ONS. Esses sistemas contribuíram para a sobreoferta de energia concentrada durante o dia e aumentaram os desafios para equilibrar carga e geração na rede nacional, com maior risco de apagões por excesso de energia.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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