MINAS GERAIS — Cleitinho Azevedo (Republicanos) venceria Patrus Ananias (PT) e Alexandre Kalil (PDT) em simulações de segundo turno para o governo de Minas Gerais, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (24). O senador teria 60% contra 23% de Patrus e 57% contra 26% de Kalil.
No primeiro turno, Cleitinho aparece com 40% das intenções de voto. Patrus, ex-prefeito de Belo Horizonte, tem 15%, e Kalil, também ex-prefeito da capital mineira, registra 9%.
O governador Mateus Simões (PSD) e o empresário Flávio Roscoe (PL), ex-presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), somam 5% cada um. Gabriel Azevedo (MDB), ex-presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte, marca 3%, enquanto Túlio Lopes (PCB) tem 2%.
Ben Mendes (Missão), Rafael Duda (PSTU), Henrique Áreas (PCO) e Indira Xavier (UP) aparecem com 1% cada. Brancos e nulos representam 9%, e 10% dos entrevistados ainda estão indecisos.
Intenção espontânea e rejeição
Quando os nomes não são apresentados aos entrevistados, Cleitinho tem 26%, seguido por Patrus, com 8%, Kalil, com 3%, e Simões, com 2%. Romeu Zema (Novo), candidato à Presidência, e Flávio Roscoe aparecem com 1% cada. Outras respostas somam 7%; brancos e nulos, 6%; e os indecisos chegam a 46%.
Patrus lidera a rejeição, com 32%, seguido por Kalil, com 24%. Roscoe registra 16%, Simões, 15%, e Cleitinho, 14%. Rafael Duda e Henrique Áreas têm 13% cada, enquanto Ben Mendes e Indira Xavier marcam 12% cada. Gabriel Azevedo e Túlio Lopes registram 11% cada.
A pesquisa ouviu 1.204 eleitores de Minas Gerais entre terça (22) e quinta, em entrevistas presenciais realizadas em pontos de fluxo populacional. A margem de erro máxima é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o código MG-07400/2026.
Na pesquisa anterior, divulgada há duas semanas, Cleitinho tinha 37%, Patrus, 13%, e Kalil, 11%.
Avaliação do governo
A gestão de Mateus Simões é considerada regular por 43% dos eleitores. Para 20%, o governo é bom ou ótimo; 16% o avaliam como ruim ou péssimo, e 21% não sabem responder.
A aprovação do trabalho de Simões é de 41%, enquanto 33% dizem desaprová-lo. Outros 26% não sabem.



