SÃO PAULO — Os cinco candidatos ao Senado por São Paulo que lideram as pesquisas participam de um debate na segunda-feira (21), às 10h. O encontro será transmitido pelo YouTube do UOL e pelo Canal UOL, além de ser exibido na homepage da Folha.
Foram convidados Guilherme Derrite (PP) e Ricardo Salles (Novo), deputados federais; André do Prado (PL), deputado estadual; e as ex-ministras Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB). No levantamento mais recente do Datafolha, Marina e Tebet registram 13% das intenções de voto cada uma. André aparece com 11%, Derrite tem 10% e Salles, 5%. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
Formato e regras
O debate terá duas horas e seguirá o modelo usado por Folha e UOL nas eleições para a Prefeitura de São Paulo, em 2024. Serão quatro blocos, com perguntas de jornalistas e confrontos diretos entre os candidatos. Cada participante terá um banco de tempo de 15 minutos para usar durante o programa.
Nos primeiro e terceiro blocos, jornalistas farão perguntas individuais, com ordem definida por sorteio. Nos segundo e quarto, os candidatos farão perguntas uns aos outros, também conforme sorteio. Em qualquer etapa, os demais poderão comentar as respostas usando o próprio tempo.
Cada fala poderá durar no máximo cinco minutos, enquanto as interrupções terão duração mínima de 30 segundos. Ao final, os candidatos terão um minuto para as considerações finais.
Profissionais do UOL e da Folha serão responsáveis por definir advertências e possíveis direitos de resposta. Poderão ser advertidos participantes que fizerem agressões, insultos, exibirem objetos ou documentos, interferirem diretamente na fala alheia ou usarem apelidos e termos pejorativos. Após três advertências, o candidato será convidado a deixar o encontro. Assessores não poderão gravar no estúdio.
A mediação será de Fabíola Cidral (UOL). As perguntas serão feitas por Fábio Zanini e Juliana Arreguy, da Folha, e Leonardo Sakamoto e Thais Bilenky, do UOL.
As candidaturas ao Senado ganharam destaque porque lideranças de direita, especialmente bolsonaristas, priorizaram essas disputas. Em 2026, cada estado elegerá duas das três cadeiras ao Senado. Na esquerda, os partidos buscam eleger representantes em número suficiente para aprovar medidas de um eventual quarto mandato do presidente Lula (PT), que disputa a reeleição.


