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Política

Indecisão supera 60% em cinco estados na corrida pelos governos

Pesquisa espontânea da Quaest mostra que mais da metade dos eleitores ainda não cita candidato em 13 estados.

Indecisão supera 60% em cinco estados na corrida pelos governos

Mais da metade dos eleitores ainda não cita espontaneamente um candidato a governador em 13 das 26 unidades da Federação pesquisadas pela Quaest entre 21 e 26 de setembro. O levantamento não foi realizado no Piauí.

A pesquisa espontânea não apresenta os nomes dos candidatos aos entrevistados. Nesse formato, o percentual de indecisos supera 60% em Mato Grosso, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Espírito Santo e Rio de Janeiro.

Mato Grosso tem a maior taxa: 65% dos eleitores não mencionam um candidato. Em agosto, eram 78%. Rio Grande do Sul e Espírito Santo aparecem na sequência, com 61% cada — ambos registravam 74% na rodada anterior. Em Minas Gerais, o índice caiu de 80% para 62%. No Rio de Janeiro, passou de 69% para 60%.

Rondônia registra 59% de indecisos, ante 65% em agosto. Goiás e Paraná têm 57% cada, contra 74% e 75%, respectivamente, na pesquisa anterior. Em São Paulo, a taxa caiu de 66% para 56%. No Mato Grosso do Sul, passou de 77% para 55%.

Amazonas, Pará e Tocantins também fazem parte do grupo em que mais da metade dos eleitores não cita espontaneamente um candidato. Amazonas e Pará registram 54%; no primeiro estado, o percentual caiu de 70%, enquanto no segundo recuou de 69%. No Tocantins, a taxa passou de 68% para 51%.

Estados com percentuais menores

No Maranhão, metade dos entrevistados está indecisa, ante 64% em agosto. Santa Catarina passou de 65% para 49%. Distrito Federal e Acre registram 47% cada, contra 63% e 55%, respectivamente, na rodada anterior.

A indecisão caiu de 53% para 45% no Ceará e de 57% para 43% no Rio Grande do Norte. Paraíba e Alagoas têm 42% cada. Na Bahia, o índice passou de 54% para 40%. Pernambuco registra 38%, ante 40% no levantamento anterior. Sergipe tem o menor percentual, de 36%, uma queda de 20 pontos percentuais em relação aos 56% de agosto.

Roraima e Amapá apresentam as menores taxas entre os estados pesquisados: 22% e 18%, respectivamente. Em agosto, os percentuais eram de 40% e 35%.

Para Felipe Nunes, diretor da Quaest, os números indicam menor envolvimento dos eleitores com a disputa. “Esta é uma eleição marcada pelo desinteresse, pela apatia e pelo desengajamento”, afirmou. Nunes também disse esperar aumento nas conversas e discussões sobre o voto e avaliou que “essa semana será decisiva”.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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