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Política

Marinho pede a Fachin abertura de inquéritos sobre fake news e INSS

Senador quer tornar públicos processos do STF e afirma que medida reduziria espaço para vazamentos seletivos.

Marinho pede a Fachin abertura de inquéritos sobre fake news e INSS
Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), pediu ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, a abertura dos inquéritos conhecidos como Fake News, Milícias Digitais e INSS. O pedido foi feito nesta sexta-feira (11).

Marinho também coordena a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência. No ofício enviado a Fachin, o senador defende que a retirada de sigilo de outras ações, além do caso Banco Master, reduziria “o espaço para vazamentos seletivos”.

Fachin acolheu um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) para retirar o sigilo de documentos do caso Master. O presidente do STF deu 24 horas para que o ministro André Mendonça, relator do processo, libere toda a documentação.

Parte dos arquivos começou a ser divulgada. Entre as informações, está a de que Flávio Bolsonaro é investigado pela Polícia Federal (PF) no inquérito que apura possível prática de crimes ligados ao financiamento da produção de Dark Horse, filme sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Inquéritos citados

O inquérito das Fake News foi aberto pelo próprio STF em 2019 para investigar notícias fraudulentas, falsas comunicações de crimes, denúncias caluniosas, ameaças e outros ataques contra a corte, seus ministros e familiares. A relatoria era de Alexandre de Moraes, mas Fachin reivindicou a posição.

O inquérito das Milícias Digitais investiga a atuação de um grupo organizado para atentar contra a democracia e também é relatado por Moraes. Já o inquérito do INSS apura fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social, com descontos indevidos em aposentadorias e pensões.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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