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Mendonça nega irregularidade em relatório da Polícia Federal sobre Moraes

Ministro afirmou a Edson Fachin que recebeu o documento presencialmente e justificou a apuração feita pela Polícia Federal.

Mendonça nega irregularidade em relatório da Polícia Federal sobre Moraes

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça afirmou ao presidente da corte, Edson Fachin, que não houve irregularidade na determinação para a produção de um relatório da Polícia Federal sobre Alexandre de Moraes. O documento identificou Moraes como interlocutor de Daniel Vorcaro, do Banco Master.

Mendonça enviou um ofício a Fachin na noite desta segunda-feira (14), antes da sessão que analisará a possibilidade de abertura de investigação sobre Moraes. Segundo o ministro, o material foi entregue presencialmente pela PF em agosto.

Na avaliação de Mendonça, a menção nas conversas ao diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, justificava a adoção da medida. Ele também disse que, desde o início das investigações, defende o respeito à separação das atividades de polícia judiciária, à preservação do sigilo e à funcionalidade da apuração.

O relatório reúne diálogos e encontros entre Moraes e Vorcaro, além de informações sobre o contrato do Banco Master com o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro.

A Polícia Federal recuperou mensagens trocadas por meio de capturas de tela feitas no bloco de notas e enviadas pelo WhatsApp com visualização única. Esse formato não permite acessar as respostas. Nos dias anteriores aos diálogos, as mensagens indicavam que Vorcaro tentava marcar um encontro com Moraes.

Nas conversas, o ex-banqueiro questionou repetidamente as apurações contra ele, demonstrou indignação e afirmou que buscava resolver as pendências para evitar problemas. As fraudes da instituição financeira já estavam no radar das autoridades naquele período.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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