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Sessão do STF tem divergências, bilhete e abraço entre ministros

Julgamento sobre relatório da PF teve discussões, ministros que não votaram e gestos de proximidade nos bastidores.

Sessão do STF tem divergências, bilhete e abraço entre ministros

A sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) que analisa o relatório da Polícia Federal (PF) sobre a relação entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro foi marcada por divergências entre ministros e gestos de camaradagem nos bastidores.

O encontro estava previsto para começar às 10h desta terça-feira (15), mas teve início às 10h22, sob a condução do presidente do tribunal, Edson Fachin. Durante a abertura, Fachin cumprimentou os ministros. Moraes, que é citado no relatório, passou a maior parte do tempo digitando no celular.

Flávio Dino foi o último ministro a entrar no plenário, acompanhado do procurador-geral da República, Paulo Gonet. Ele cumprimentou pessoas nos assentos reservados a advogados e brincou com um dos presentes.

Enquanto Fachin apresentava o relatório, André Mendonça fazia anotações. Mendonça havia solicitado o documento à Polícia Federal. Gilmar Mendes e Dias Toffoli conversaram durante boa parte da leitura e chegaram a discutir um documento.

Moraes e Dino interagiram em mais de uma ocasião sem incluir Mendonça na conversa. Do outro lado do plenário, Luiz Fux, Cármen Lúcia, Cristiano Zanin e Kássio Nunes Marques não trocaram palavras. Até a suspensão do julgamento, Zanin e Cármen Lúcia não falaram.

Divergências e gestos de proximidade

Ao explicar por que não votaria no julgamento, Toffoli divergiu de Dino e Fachin sobre o regimento do tribunal. O debate elevou a tensão, e Gilmar Mendes e Toffoli se inclinaram para ouvir melhor os argumentos.

Depois da explicação, Toffoli recebeu de seu assistente pessoal um bilhete enviado por Mendonça. O ministro leu a mensagem e a guardou.

Nos momentos de maior tensão, como nos bate-bocas entre Moraes e Mendonça, os ministros trocaram olhares. Quando Mendonça mencionou a existência de uma "PF paralela", Moraes olhou para ele.

Após Fachin suspender temporariamente o julgamento, o ambiente ficou mais amistoso. Gilmar Mendes e Moraes deixaram o plenário juntos, conversando, enquanto Dino permaneceu ao lado de Mendonça. Antes de sair, Dino foi até Fachin e o abraçou. Os dois deixaram o local conversando, seguidos por Cármen Lúcia, Fux e Zanin.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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