Terça-feira, 8 de setembro de 2026
Dólar R$ 5,13 · Euro R$ 5,95 · Ibovespa 185.147 +0,00%
A economia explicada todos os dias
Brasil

Interpol prende no Paraguai empresário condenado por homicídio em São Manuel

Brasileiro estava foragido havia 39 anos e foi localizado após uma briga de trânsito em Lambaré.

Interpol prende no Paraguai empresário condenado por homicídio em São Manuel
Foto: Reprodução

Um empresário brasileiro condenado por homicídio qualificado foi preso no Paraguai após ser localizado durante uma investigação iniciada por uma briga de trânsito. Consultas da Polícia Internacional confirmaram que havia um mandado de prisão em aberto expedido pela Justiça brasileira.

O homem vivia no país vizinho usando a identidade falsa de “Luciano Pereira Castelo”. Ele está sob escolta da polícia paraguaia e aguarda extradição para o Brasil, onde deverá cumprir a pena determinada pela Justiça.

Localização após briga de trânsito

O empresário dirigia uma caminhonete quando discutiu com o motorista de um caminhão betoneira, de 33 anos, por causa da preferência de passagem. Pedestres registraram o momento em que ele apontou uma pistola para o caminhoneiro, e as imagens foram divulgadas nas redes sociais.

A polícia paraguaia encontrou a residência do suspeito em Lambaré na terça-feira (1º). No imóvel, ele entregou duas pistolas. Uma delas, de calibre 9mm, teria sido usada na ameaça. Na quarta-feira (2), os agentes apreenderam a caminhonete.

O brasileiro prestou depoimento ao Ministério Público paraguaio sobre as ameaças, mas foi liberado pela promotoria local. Durante as verificações, a Polícia de Investigações de Assunção descobriu a identidade verdadeira e a ordem de prisão por homicídio qualificado no Brasil.

Condenação no interior de São Paulo

O assassinato ocorreu em São Manuel (SP), em outubro de 1987. A vítima era um jovem de 19 anos. Desde então, o réu permanecia foragido da Justiça brasileira.

Em outubro de 2013, o Tribunal do Júri de São Manuel julgou o caso. Como estava foragido, Luciano Casquel foi julgado à revelia. O júri popular o condenou a 14 anos de prisão em regime fechado pelo homicídio qualificado.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Assine nossa newsletterAs principais notícias do dia no seu e-mail.