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Leilões de US$ 1 bilhão acompanham dólar perto da estabilidade

Moeda subia 0,01% a R$ 5,140 enquanto o mercado avaliava pesquisa eleitoral e decisões recentes de juros.

Leilões de US$ 1 bilhão acompanham dólar perto da estabilidade
Foto: Reuters

O Banco Central fará duas operações simultâneas de venda de dólares com compromisso de recompra, no valor total de US$ 1 bilhão. Os leilões de linha estão marcados para as 10h30 e têm como objetivo dar liquidez ao mercado à vista.

A operação ocorre enquanto o dólar operava perto da estabilidade nesta sexta-feira (18). Às 9h54, a moeda norte-americana subia 0,01%, cotada a R$ 5,140.

Pesquisa eleitoral no radar

Investidores também repercutiam a pesquisa Datafolha sobre a intenção de voto por segmentos do eleitorado. Entre pessoas de 16 a 24 anos, Lula tinha 39% das intenções de voto no primeiro turno, contra 29% de Flávio Bolsonaro. Como a margem de erro era de seis pontos percentuais para mais ou para menos, o resultado configurava empate técnico nessa faixa etária.

No levantamento anterior, divulgado na sexta-feira (11), Lula aparecia com 36%, enquanto Flávio Bolsonaro tinha 34%.

Outra pesquisa, da AtlasIntel/Bloomberg, mostrou empate técnico entre os dois em uma eventual disputa de segundo turno. Flávio registrou 47,2% das intenções de voto, ante 46,8% de Lula. No levantamento anterior, os percentuais eram de 46,4% para o senador e 46,2% para o presidente.

Juros e mercados

Na véspera (17), o dólar fechou em queda de 0,25%, a R$ 5,139. O Ibovespa avançou 0,23%, aos 185.992 pontos, com impulso da Vale, que subiu 2,06%, a R$ 74,51.

O mercado acompanhou ainda o reajuste de 15,04% no Bolsa Família anunciado por Lula, medida que reacendeu discussões sobre a trajetória das contas públicas. Gabriel Magno, da AW Capital, afirmou que o anúncio pressionou inicialmente a Bolsa. Felipe Cima, da Manchester Investimentos, relacionou a alta da Vale à recuperação dos papéis e à valorização recente do minério de ferro.

Na quarta-feira (16), o Copom reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, de 14% para 13,75% ao ano. Foi o quinto corte consecutivo. Nos Estados Unidos, o Fed elevou os juros em 0,25 ponto percentual, para a faixa entre 3,75% e 4% ao ano.

No exterior, o Dow Jones subiu 0,61%, o S&P 500 avançou 1,14% e o Nasdaq ganhou 1,69%. Às 17h16, o petróleo Brent era negociado a US$ 104, com queda de 1,66%. No Brasil, o DI para janeiro de 2028 marcava 13,615%, enquanto o contrato para janeiro de 2035 estava em 14,185%.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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