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Política

Lula e Flávio Bolsonaro empatam com 42% em simulação de segundo turno

Pesquisa Quaest aponta empate numérico entre os dois; levantamento ouviu 2.004 pessoas entre 24 e 27 de setembro.

Lula e Flávio Bolsonaro empatam com 42% em simulação de segundo turno
Foto: Arte/g1

Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) aparecem empatados, com 42% das intenções de voto cada um, em uma simulação de segundo turno para a Presidência. Os dados são da pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (28).

No cenário, 13% disseram que votariam em branco, anulariam o voto ou não compareceriam às urnas. Outros 3% se declararam indecisos. Em 21 de setembro, Flávio Bolsonaro tinha 42%, Lula registrava 41%, e os percentuais de branco, nulo ou ausência e de indecisos eram 14% e 3%, respectivamente.

A pesquisa também testou outras quatro disputas. Lula marcou 43% contra 40% de Ronaldo Caiado (PSD). Nesse cenário, 15% escolheriam branco, nulo ou não votariam, e 2% estavam indecisos.

Contra Augusto Cury (Avante), Lula teve 42%, enquanto o candidato do Avante registrou 33%. Os percentuais de branco, nulo ou ausência e de indecisão foram 20% e 5%. Na simulação com Renan Santos (Missão), Lula apareceu com 42%, ante 39% de Santos. Branco, nulo ou ausência somaram 17%, e os indecisos, 2%.

No confronto com Romeu Zema (Novo), Lula alcançou 46%, contra 30% do candidato do Novo. Nesse caso, 19% indicaram branco, nulo ou ausência e 5% estavam indecisos.

Decisão e rejeição

Entre os entrevistados que escolheram um candidato, 76% afirmaram que a decisão é definitiva. Outros 23% disseram que ainda podem mudar de voto, enquanto 1% não soube ou não respondeu.

Na rejeição, Flávio Bolsonaro aparece com 56%, seguido por Lula, com 54%. Romeu Zema teve 45%, Ronaldo Caiado, 40%, Renan Santos, 35%, e Augusto Cury, 31%.

A Quaest ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais entre 24 e 27 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O registro é BR-06520/2026.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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