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Lula pede mobilização da militância para defender governo nas eleições

Em transmissão com apoiadores, presidente destacou inflação, criticou adversários e mencionou investigações envolvendo o caso Master e o INSS.

Lula pede mobilização da militância para defender governo nas eleições
Foto: Divulgação

Em transmissão ao vivo com militantes e influenciadores, Lula pediu que seus apoiadores divulguem o que chamou de verdade para enfrentar os negacionistas na reta final do primeiro turno. O presidente concentrou a fala na estratégia eleitoral e não comentou a crise no Supremo Tribunal Federal (STF).

Lula reconheceu o atraso na produção de materiais de campanha e afirmou que a militância tinha direito de reclamar. Depois, destacou os números da inflação e disse que, embora os alimentos ainda estejam caros, o poder de compra da cesta básica supera o registrado durante o governo de Jair Bolsonaro.

“Precisamos transformar esses 20 dias de campanha na verdade absoluta para vencer a mentira absoluta”, afirmou Lula.

Investigações e propostas

O presidente fez uma breve referência à investigação do caso Master. Ao mencionar Daniel Vorcaro, afirmou que “nós transformamos esse banqueiro em prisioneiro”. Também citou seu filho, Lulinha, ao dizer que, se ele estiver envolvido nas investigações sobre o escândalo do INSS, terá de pagar um preço alto.

Lula retomou ainda uma declaração sobre o trabalho dos garis e defendeu a educação como instrumento de ascensão social e econômica. Ele disse que ninguém é pobre por escolha e afirmou que até trabalhos considerados difíceis podem ser motivo de orgulho quando são a única opção disponível.

Na transmissão, o presidente também falou sobre soberania nacional, contrapondo a preservação das riquezas do país à exploração estrangeira. Disse que gostaria de fechar as bets, mas que ainda analisaria as implicações da medida. Prometeu, ainda, combater o crime organizado por meio da PEC da Segurança.

Edinho Silva, coordenador da campanha, afirmou que os petistas não querem o Brasil governado por pessoas que não aceitaram o resultado das urnas em 2022 e organizaram um golpe. Ele mencionou uma tentativa de assassinato contra Lula, outras autoridades e o vice-presidente, mas não citou Alexandre de Moraes, ministro do STF que está no centro da crise envolvendo a Corte após a divulgação de mensagens com Vorcaro.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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