Terça-feira, 8 de setembro de 2026
Dólar R$ 5,13 · Euro R$ 5,95 · Ibovespa 185.147 +0,00%
A economia explicada todos os dias
Política

Vera Lúcia propõe participação popular e critica escolas cívico-militares em SP

Candidata do PSTU ao governo paulista afirmou que escolas devem ser espaços de ensino e conhecimento, não de estrutura militar.

Vera Lúcia propõe participação popular e critica escolas cívico-militares em SP
Foto: Reprodução/TV Vanguarda

Vera Lúcia Pereira da Silva Salgado, candidata do PSTU ao governo de São Paulo, defendeu o fim das escolas cívico-militares durante entrevista realizada neste sábado (5). Para ela, esses espaços não devem seguir uma lógica militar, porque a escola deve ser voltada ao ensino e ao conhecimento.

A candidata participou do jornal Link Vanguarda, da Rede Vanguarda, dentro da série de entrevistas com os concorrentes ao governo paulista nas Eleições 2026. Natural de Inajá (PE), Vera Lúcia tem 58 anos, é socióloga e disputa sua 11ª eleição. Ela também concorreu à Presidência da República em 2018 e 2022.

Questionada pela jornalista Talita França sobre a defesa do fim das escolas cívico-militares, Vera foi perguntada se a proposta entraria em contradição com a ideia de ouvir a população. O modelo havia sido aprovado, em algumas unidades, por votação da comunidade escolar.

A candidata respondeu que a escola não é um espaço militar e afirmou: “A escola não é quartel”. Na avaliação apresentada durante a entrevista, a presença desse tipo de estrutura estaria relacionada à defesa de uma sociedade violenta, enquanto seu programa propõe combater essa violência.

Propostas e oposição

Vera Lúcia também afirmou que o PSTU tem um projeto voltado às pessoas que considera mais exploradas e oprimidas. Ela associou a situação de violência, privatização e precarização dos serviços, além dos despejos, às administrações de Fernando Haddad e Tarcísio de Freitas.

Ao falar sobre a formação de conselhos populares, a candidata defendeu que a população participe das decisões sobre o orçamento, os serviços públicos e a fiscalização dessas atividades. Segundo ela, essa participação poderia ocorrer em conselhos, assembleias e espaços de trabalho, estudo ou moradia.

A série de entrevistas começou na quarta-feira (2), com Tarcísio de Freitas, que havia sido convidado para participar no estúdio, mas informou que não compareceria. Fernando Haddad foi entrevistado na quinta-feira (3), e a policial Edjane participou na sexta-feira (4). Novas entrevistas com os demais candidatos estão previstas nos próximos dias.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Assine nossa newsletterAs principais notícias do dia no seu e-mail.