A Justiça dos Estados Unidos manteve a ordem que impede a Anthropic de participar de contratos militares e considera a empresa um risco à segurança nacional. A decisão foi tomada nesta sexta-feira (25) pelo Tribunal de Apelações dos EUA para o Circuito de Columbia.
O processo foi aberto pela própria startup, que questiona a classificação feita pelo Pentágono como ameaça à cadeia de suprimentos de segurança nacional dos Estados Unidos. A Anthropic afirma que a medida resultou na perda de bilhões de dólares em negócios e afetou sua reputação antes de uma oferta pública inicial de ações (IPO).
A empresa, dona da inteligência artificial Claude, disse que "discorda respeitosamente da decisão" e que continua confiante em sua posição. A startup também avalia alternativas, entre elas uma possível revisão judicial.
No mês passado, um juiz federal em São Francisco anulou uma designação semelhante, fundamentada em outra lei. Na ocasião, considerou que o governo havia retaliado ilegalmente contra a Anthropic por suas posições sobre a segurança da inteligência artificial.
Na última quarta-feira (23), a empresa participou, ao lado de outras gigantes do setor, de uma reunião do Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU).



