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Cabeleireira é baleada durante tiroteio em Pindamonhangaba e pode fechar salão

Juliane Nascimento da Silva sofreu fratura exposta na perna e aguarda nova cirurgia após ser atingida ao voltar do trabalho.

Cabeleireira é baleada durante tiroteio em Pindamonhangaba e pode fechar salão
Foto: Arquivo pessoal

Juliane Nascimento da Silva, cabeleireira de 37 anos, foi atingida na perna durante um tiroteio que matou Adriana Silva dos Santos, de 48 anos, em um bar de Pindamonhangaba, no interior de São Paulo. Juliane voltava para casa depois de fechar o salão onde trabalha e confundiu os disparos com o barulho de motos que passavam pela região.

O crime ocorreu na noite do último sábado (29), no bairro Conjunto Residencial Araretama. A vítima sofreu uma fratura exposta, passou por uma cirurgia para a colocação de pinos e aguarda condições para realizar outro procedimento, desta vez para colocar uma placa de aço na perna. O filho de Juliane também foi atingido de raspão na barriga.

“Quando eu entendi, eu já senti o tiro, e ali eu já caí ao chão”, disse Juliane. Ela contou que se arrastou para se afastar do local e sentia muita dor e queimação na perna.

Tratamento e impacto financeiro

Juliane é autônoma, mãe de quatro jovens e mora de aluguel. Sem previsão de alta nem expectativa de retorno ao trabalho, ela deve fechar o salão. A filha, Thayná da Silva Ramos, de 20 anos, afirmou que a mãe está traumatizada e enfrenta dificuldades financeiras depois do tiroteio.

Adriana foi atingida na cabeça e morreu no local. Ela era mãe de cinco homens e trabalhava como costureira. O filho dela, que estava no bar, também foi ferido de raspão na barriga.

Segundo a polícia, Raimundo Soares de Oliveira, de 57 anos, atirou contra Adriana. Ele foi preso em flagrante, e um revólver calibre 32 foi apreendido. Após audiência de custódia, a prisão foi convertida em preventiva.

A polícia ainda não esclareceu se o disparo que atingiu Juliane partiu da arma de Raimundo ou de policiais. O caso foi registrado como homicídio, tentativas de homicídio e lesão corporal decorrente de intervenção policial e continua sendo investigado.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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