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Guarda de Curitiba é denunciado por crimes contra cinco adolescentes

Ministério Público atribui ao agente seis crimes e pede indenização de R$ 50 mil para cada vítima

Guarda de Curitiba é denunciado por crimes contra cinco adolescentes
Foto: Reprodução/RPC

Um guarda municipal de Curitiba foi denunciado pelo Ministério Público por perseguição, importunação sexual, ameaça e tentativa de estupro de vulnerável contra cinco adolescentes. Conforme o órgão, foram ao menos seis crimes praticados entre julho e agosto deste ano nas proximidades da Rua Mauá, do Estádio Couto Pereira e do Colégio Estadual Professor Loureiro Fernandes.

Segundo as investigações, o agente usava um patinete elétrico motorizado para abordar os meninos. Ele perguntava a idade e o local onde moravam e oferecia dinheiro em troca de atos libidinosos. Ainda de acordo com o Ministério Público, o guarda dizia que poderia encontrar as vítimas porque conhecia o trajeto diário delas.

Em alguns episódios, o homem teria mostrado uma faca e uma arma de fogo. O Ministério Público também solicitou o pagamento de R$ 50 mil para cada vítima por danos morais.

A Prefeitura de Curitiba informou que determinou a suspensão preventiva do guarda, que estava de folga quando os fatos ocorreram. A arma da corporação que estava sob responsabilidade dele foi apreendida, e a Corregedoria acompanha o caso.

Prisão após disparo

O suspeito foi preso em flagrante, por tentativa de homicídio, no fim de agosto, depois de atirar contra o padrasto de uma das vítimas. Conforme a Polícia Militar do Paraná, o guarda passava de patinete pela Rua Mauá quando teria assediado dois adolescentes.

O padrasto de um deles teria presenciado a abordagem e ido até o agente. Os dois entraram em luta corporal, e o guarda efetuou um disparo que atingiu o homem no abdômen. Ele foi socorrido e levado a um hospital.

Esse episódio não foi incluído na denúncia apresentada pela 1ª Promotoria de Justiça de Infrações Penais Contra Crianças e Adolescentes nesta quarta-feira, porque é analisado por outra promotoria.

O Ministério Público informou que não descarta a existência de outras práticas criminosas e orientou eventuais vítimas a procurar o órgão. O contato pode ser feito pelos telefones (41) 3251-6745 e (41) 98861-3230, pelo e-mail [email protected] ou pessoalmente, na Avenida Anita Garibaldi, 750, Cabral.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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