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MP-AL cobra investigação de morte de mulher durante abordagem policial em Maceió

Ministério Público pediu laudos e informações à Polícia Civil sobre a morte de Amanda Rhuanny Lopes da Silva, no Jacintinho.

MP-AL cobra investigação de morte de mulher durante abordagem policial em Maceió

O Ministério Público de Alagoas solicitou à Polícia Civil informações sobre a morte de Amanda Rhuanny Lopes da Silva durante uma abordagem policial no bairro do Jacintinho, em Maceió. O pedido ocorreu após o caso ser registrado na Diretoria de Repressão à Corrupção e ao Crime Organizado (DRACCO), e não na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). A confirmação foi feita nesta terça-feira (8).

A promotora Karla Padilha afirmou que o Ministério Público considera que casos que possam configurar homicídio devem ser apurados pela Delegacia de Homicídios. “O Ministério Público entende que qualquer fato que, em tese, configure homicídio tem que ser investigado pela Delegacia de Homicídios”, declarou.

A promotora também pediu o laudo do exame cadavérico. O documento será analisado para avaliar os elementos do caso e verificar se o policial que efetuou o disparo deve ser indiciado. Segundo Karla, há suspeita de que esse policial já responda por uma tentativa de homicídio ocorrida em outra abordagem, em maio de 2024, na Grota do Moreira, também no Jacintinho.

Em nota, a Polícia Militar informou que a ocorrência foi registrada na Polícia Civil, responsável pela investigação. A corporação disse ainda que apura a conduta dos policiais envolvidos conforme os regulamentos da instituição.

Amanda, de 32 anos, foi atingida por um tiro no peito no sábado (5), na comunidade Aldeia do Índio. Segundo a PM, ela avançou contra a guarnição. A família, porém, afirmou que Amanda participava de uma confraternização e havia questionado a forma da abordagem, depois de os militares serem acionados por uma denúncia de suposto consumo de drogas.

Ainda conforme os familiares, um policial teria pedido que Amanda se afastasse, a empurrado e disparado contra ela na porta de casa. Socorrida para a Unidade de Pronto Atendimento do Jacintinho, ela não resistiu. Amanda deixou dois filhos.

Karla Padilha disse que o Ministério Público busca garantir segurança aos familiares para que relatem os fatos sem intimidação. A defesa do policial também foi procurada, mas não houve informação sobre manifestação do advogado responsável.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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