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MP diz que médico matou ex-companheira após não aceitar término no Paraná

João Vitor Domingues Romeiro está internado e teve a audiência de custódia adiada; Justiça converteu prisão em flagrante em preventiva.

MP diz que médico matou ex-companheira após não aceitar término no Paraná

O Ministério Público do Paraná afirmou que João Vitor Domingues Romeiro, de 25 anos, matou a médica Gassi Mazia, de 37 anos, após não aceitar o fim do relacionamento entre os dois. O caso é tratado como feminicídio.

A prisão em flagrante foi convertida em preventiva pela Justiça no domingo (6), a pedido do MP-PR. Nesta terça-feira (8), João continuava internado em um hospital, sob escolta policial, e a audiência de custódia havia sido adiada. A defesa informou que avalia a situação jurídica.

Segundo a manifestação do Ministério Público, João invadiu o apartamento de Gassi e a matou. O documento também registra a suspeita de que ele tenha permanecido algumas horas no imóvel com o corpo da vítima antes de sair, deixando sozinho o filho de oito meses do casal.

A avaliação do MP foi baseada em depoimentos de policiais militares e testemunhas. Uma familiar de João acionou a Polícia Militar depois de ouvi-lo confessar o crime. Em depoimento, ela relatou: "Ele falou para mim que ele e a Gassi tinham brigado e que ele tinha matado ela".

Investigação

Na noite de sábado, João enviou mensagens à familiar para saber se ela estava em Mandaguari, a 32 quilômetros de Maringá. Depois, pediu o endereço da casa dela e foi até o local. Ele estava ferido na região do pescoço, mas a causa dos ferimentos não foi revelada.

A família chamou a Polícia Militar e o Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate). Após receber voz de prisão, João foi levado a um hospital.

A Polícia Militar de Mandaguari também comunicou a equipe de Maringá, que foi ao apartamento da médica. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) confirmou a morte. O corpo havia sido localizado por outro familiar, que também encontrou a criança sozinha no imóvel.

O boletim de ocorrência registrou três facas ao lado do corpo. O delegado Adriano Garcia disse que Gassi aparentava ter aproximadamente 10 marcas de golpes. O sepultamento foi realizado na manhã de segunda-feira (7).

Até a última atualização, a Polícia Civil do Paraná não havia divulgado oficialmente a motivação. No domingo, Garcia havia informado apenas que João tentava reatar o relacionamento com Gassi.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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