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Pinscher morre após ataque de pit bull durante passeio em Peruíbe

Eliziete Alves ficou ferida ao tentar proteger o cão, que morreu três dias depois; caso é investigado pela Polícia Civil.

Pinscher morre após ataque de pit bull durante passeio em Peruíbe
Foto: Reprodução e Arquivo Pessoal

Um pinscher morreu três dias depois de ser atacado por um pit bull durante um passeio com a tutora, em Peruíbe, no litoral de São Paulo. Eliziete Alves, de 39 anos, também ficou ferida ao tentar proteger o cachorro, chamado Pi.

O ataque ocorreu no bairro Estância São Jorge e foi registrado por câmeras de monitoramento. As imagens mostram o pit bull solto na rua depois de escapar de uma casa e surpreender o pinscher e a tutora.

Eliziete contou que colocou Pi no colo, mas precisou soltá-lo depois de ser mordida no braço. Um motociclista que passava pelo local tentou afastar o pit bull com chutes. O ataque terminou quando um dos tutores do animal chegou e o retirou da rua.

Depois do episódio, Eliziete levou Pi a uma clínica veterinária e procurou atendimento hospitalar para tratar os próprios ferimentos. A tutora do pit bull a acompanhou e se comprometeu a pagar as despesas. Segundo Eliziete, os custos passaram de R$ 4 mil, mas a família pagou R$ 555 até o momento.

O pinscher morreu três dias após o ataque. Ele havia completado 6 anos no dia 1º de setembro, um dia antes de morrer. Eliziete afirmou que está abalada e registrou um boletim de ocorrência. “Situações como essa não podem mais acontecer”, disse.

A tutora do pit bull, que não quis se identificar, afirmou que o cão escapou enquanto a família recebia uma pizza de um motoboy. Ela disse que o animal convive com bebês e cães de outras raças dentro de casa, lamentou o ataque e afirmou estar disponível para ajudar Eliziete.

Investigação

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou que o caso ocorreu no dia 29 de agosto e foi registrado como contravenções penais e lesão corporal na Delegacia de Peruíbe. A unidade realiza diligências para esclarecer os fatos. “A vítima foi orientada quanto ao prazo para representação criminal”, informou a pasta.

A médica veterinária Thalita De Noffri Lapa Louza afirmou que a raça pit bull não deve ser generalizada como violenta. Segundo ela, a criação deve incluir disciplina, limites, atividade regular e socialização com as pessoas da casa desde filhote.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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