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Rock Circunstanciado leva policiais do RS a eventos da própria corporação

Trio formado por agentes da 14ª DPRI começou em uma confraternização e passou a ser chamado para apresentações da Polícia Civil.

Rock Circunstanciado leva policiais do RS a eventos da própria corporação

A Rock Circunstanciado surgiu em uma confraternização de fim de ano e passou a integrar eventos da Polícia Civil no Rio Grande do Sul. O trio é formado por servidores da 14ª Delegacia de Polícia Regional do Interior (14ª DPRI), que ensaiam fora do expediente e não recebem cachês pelas apresentações.

A formação reúne o delegado Gustavo Fleury, na bateria; o inspetor Cristiano Weber, da Delegacia de Polícia de Rodeio Bonito, no violão e nos vocais; e o escrivão Gabriel Hofer, da Delegacia Regional, na guitarra. Hofer é formado em música.

A ideia partiu da delegada regional Aline Dequi Palma. Em 2025, ela sabia que Weber tinha experiência musical e que Fleury havia começado a tocar bateria. Durante a confraternização, sugeriu que os dois tocassem para os colegas. Hofer se juntou à apresentação, que se estendeu durante a noite.

A repercussão levou à proposta de criar uma banda ligada à Delegacia Regional. O nome escolhido foi Rock Circunstanciado, em referência ao Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), registro simplificado usado pela polícia em ocorrências penais de menor potencial ofensivo.

Apresentações e ensaios

A estreia oficial ocorreu no final de agosto, em um baile promovido pela Polícia Civil para agradecer instituições parceiras, autoridades e representantes de setores da sociedade. De acordo com Aline, o grupo foi um dos destaques da noite: “Todo mundo gostou. Eles fizeram uma apresentação bem grande para o pessoal que estava ali”.

Embora os integrantes transitem por outros estilos, o rock se tornou a principal marca do grupo. Os ensaios ocorrem geralmente à noite, fora do horário de trabalho. Outras regiões policiais já procuraram a banda interessadas em apresentações em festas e eventos.

Para Aline, a atividade também oferece aos policiais uma forma de lidar com a pressão do trabalho. “O nosso trabalho é muito pesado”, afirmou. A delegada disse que a música ajuda a mostrar um aspecto dos agentes que costuma ficar escondido atrás dos distintivos.

Por enquanto, a banda pretende continuar tocando quando for convidada para eventos da própria corporação. Não há planos de transformar a atividade em carreira profissional.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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