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São Paulo registra 37 casos de sarampo em 2026

Novo caso é de um homem de 42 anos, não vacinado e morador da capital; 27 pacientes não tinham vacinação registrada ou estavam com esquema incompleto.

São Paulo registra 37 casos de sarampo em 2026
Foto: Folhapress

O estado de São Paulo registrou 37 casos de sarampo em 2026, informou a Secretaria Estadual da Saúde. O caso mais recente é de um homem de 42 anos, não vacinado e morador da capital paulista. Em todo o ano de 2025, foram registrados dois casos no estado.

Dos casos contabilizados neste ano, 27 envolvem pessoas sem registro de vacinação contra a doença ou com o esquema vacinal incompleto.

O sarampo é uma doença viral transmitida pelo ar, principalmente em ambientes fechados e com grande circulação de pessoas. A transmissão ocorre de uma pessoa para outra quando há tosse, espirro, fala ou respiração. Entre os sintomas estão febre alta, tosse, coriza, conjuntivite e manchas avermelhadas na pele, que costumam aparecer entre 7 e 14 dias depois da exposição.

Quem pode se vacinar

A vacina tríplice viral, que também protege contra caxumba e rubéola, está disponível em todas as UBSs (Unidades Básicas de Saúde).

Podem receber a vacina pessoas de 6 meses a 59 anos que vivem nos distritos Vila Maria, Vila Medeiros e Vila Guilherme, no município de São Paulo. A vacinação abrange os bairros listados para cada distrito pela Secretaria Estadual da Saúde.

Também há indicação de uma dose zero para crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias dos municípios de São Paulo, São Bernardo do Campo, Guarulhos e Santo André. Essa aplicação funciona como reforço e não substitui as doses previstas no Calendário Nacional de Vacinação. A dose zero pode ser recomendada ainda para crianças dessa faixa etária que tiveram contato com pessoas com suspeita ou confirmação da doença, conforme avaliação das equipes de vigilância.

Esquema de vacinação

O Ministério da Saúde recomenda duas doses. A primeira deve ser aplicada aos 12 meses, com a tríplice viral, e a segunda aos 15 meses, com a tetraviral, que também protege contra varicela.

Pessoas de 1 a 29 anos devem ter duas doses da tríplice viral. Para adultos de 30 a 59 anos, a recomendação é de pelo menos uma dose. Profissionais de saúde precisam comprovar duas doses, independentemente da idade.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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