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AB InBev amplia foco em bebidas funcionais e embalagens menores

Cervejaria pretende estimular o consumo de cerveja e avançar em categorias como coquetéis enlatados e bebidas energéticas.

AB InBev amplia foco em bebidas funcionais e embalagens menores
Foto: AFP

A Anheuser-Busch InBev pretende vender embalagens menores e ampliar a oferta de cervejas com proteína ou eletrólitos. A empresa também quer crescer em categorias que vão além da cerveja, como coquetéis enlatados e bebidas energéticas, disseram executivos nesta terça-feira (22).

A estratégia ocorre em um cenário de mudanças nos hábitos de consumo de álcool, pressão sobre a renda e maior atenção a saúde e bem-estar. A AB InBev busca aumentar o consumo de cerveja e elevar a receita obtida com produtos não cervejeiros.

Marcel Marcondes, diretor de marketing da companhia, afirmou que um dos objetivos é conquistar pessoas que bebem cerveja com pouca frequência. Dentro desse grupo, os consumidores atentos ao orçamento representam a maior oportunidade, segundo o executivo.

A empresa também vê espaço para ampliar o consumo de cerveja sem álcool durante refeições informais. Para isso, pretende oferecer produtos sem álcool com diferentes sabores, poucas calorias e ingredientes como proteína ou eletrólitos. No Brasil, a AB InBev já lançou uma versão da cerveja Spaten com adição de proteína.

Expansão para outras categorias

A companhia tem avançado especialmente nos Estados Unidos em segmentos além da cerveja. Entre eles está a Cutwater, marca líder em vendas de coquetéis enlatados, além de algumas bebidas energéticas.

Os executivos disseram que a AB InBev pretende ampliar sua atuação nessas categorias. Apenas o mercado de bebidas energéticas pode adicionar US$ 25 bilhões ao mercado potencial da empresa.

A fabricante de marcas como Corona e Stella Artois enfrenta dificuldades para aumentar o volume de vendas de cerveja e reverter a demanda fraca em alguns mercados importantes. Entre os fatores citados estão a pressão sobre o orçamento dos consumidores e mudanças nas preferências.

“Nesse segmento, somos os desafiantes, o que nos dá um enorme espaço para crescer”, disse o CEO Michel Doukeris.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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