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Brasil cria 165,8 mil empregos formais em agosto, mas saldo do ano é o menor desde 2020

País abriu 1,134 milhão de vagas com carteira entre janeiro e agosto; serviços lideraram o resultado do mês.

Brasil cria 165,8 mil empregos formais em agosto, mas saldo do ano é o menor desde 2020
Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

O Brasil criou 165,8 mil empregos formais em agosto, alta de 7,2% em relação ao mesmo mês do ano passado. Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) foram divulgados nesta terça-feira (29) pelo Ministério do Trabalho.

Apesar do resultado positivo no mês, o saldo acumulado em 2026 é o menor desde 2020. Entre janeiro e agosto, foram abertas 1,134 milhão de vagas formais. O resultado só supera o registrado no ano de início da pandemia da Covid-19 no Brasil, quando o saldo foi negativo em 1 milhão de empregos.

Em agosto, houve 2,29 milhões de contratações e 2,12 milhões de demissões. O desempenho veio após resultados considerados os piores para cada mês desde 2020 em abril, maio, junho e julho, indicando desaceleração do mercado de trabalho.

Setores e estados

Os cinco grandes agrupamentos econômicos tiveram saldo positivo. Serviços liderou em números absolutos, com 110 mil novos postos formais. A construção abriu 20,8 mil vagas, enquanto indústria e comércio registraram saldos de 16,6 mil e 16,5 mil, respectivamente.

A agropecuária teve alta de 1,4 mil empregos, impulsionada pelo cultivo de cana-de-açúcar, laranja e melão.

Espírito Santo, Mato Grosso, Rio Grande do Sul e Rondônia foram as únicas unidades da federação com resultado negativo. Rondônia apresentou a pior variação, de -0,31%.

As maiores altas ocorreram na Paraíba, com aumento de 1,56% no saldo de empregos formais, seguida por Amapá, com 1,38%, e Rio Grande do Norte, com 0,92%.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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