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Leitores propõem restrições, impostos e fim das bets no país

Opiniões enviadas defendem desde a proibição das apostas até regras específicas para o setor e medidas de proteção ao apostador.

Leitores propõem restrições, impostos e fim das bets no país
Foto: Folhapress

As propostas de leitores para as apostas esportivas vão da proibição completa à criação de mecanismos de controle, tributação e tratamento separado para os cassinos online. Entre as sugestões estão impedir publicidade e patrocínios, restringir meios de pagamento e destinar recursos ao SUS para atender pessoas com dependência em jogos.

Daniele Fumachi, de Itatiba (SP), defende a criação de um CPF único para apostar, sob controle do Banco Central. Ela também propõe proibir o uso de crédito, responsabilizar criminalmente influenciadores que promovem bets e direcionar parte da arrecadação ao SUS para custear tratamentos.

Raphael Barreto Pereira, de Nova Friburgo (RJ), sugere medidas semelhantes às adotadas para o tabaco, como a proibição de propagandas e patrocínios, campanhas de conscientização e uma tributação elevada para toda a cadeia. Luiz Henrique de Oliveira Sampaio, de Osasco (SP), defende uma taxação de 90% sobre as receitas das bets.

Proibição e separação entre modalidades

Josete Lima dos Santos, de Taboão da Serra (SP), é favorável ao fim das apostas esportivas. Viviane Maia, de Brasília (DF), também apoia a proibição e questiona a associação entre bets e esporte por considerar que as apostas podem causar mais dependência do que entretenimento.

Patricia Santiago Guedes, de Niterói (RJ), e Thiago Lutterbach Lopes Vaz de Melo, de Belo Horizonte (MG), defendem que as bets sejam proibidas. Victor Gabriel Marques da Silva, de Manaus (AM), afirma que a relação entre apostas e esporte precisa ser revista e critica a dependência de clubes em relação a esse tipo de receita.

Lislie Dourado Santos, de Brasília (DF), diz que as bets já deveriam ter terminado e atribui a permanência do setor à falta de vontade política do governo. Para Gustavo José Soares de Moura, de Francisco Sá (MG), não deveria haver regulamentação, porque as bets poderiam ser usadas para lavar dinheiro. Ele também levanta suspeitas sobre patrocínios a clubes e possíveis resultados combinados.

Fábio Gregório Lacerda, de Fortaleza (CE), faz uma distinção entre apostas esportivas de cota fixa e cassinos online. Ele defende a manutenção das primeiras, por dependerem de eventos reais e verificáveis, e a proibição dos cassinos, com bloqueio de sites e meios de pagamento. Também propõe fortalecer as casas autorizadas, exigir verificação de identidade e adotar regras de jogo responsável.

Kaio Rangel, de Serra Branca (PB), sugere estabelecimentos físicos, representante legal e limite estatal para a margem de lucro. Para o apostador, propõe laudo médico obrigatório e que as empresas paguem os gastos do SUS com a reabilitação de pessoas dependentes. Ele não vê problema no patrocínio a clubes se houver atuação contra a dependência.

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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