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Mourinho inicia novo ciclo no Real Madrid com R$ 1,5 bilhão em reforços

Português estreia na Champions pelo clube nesta terça-feira, após o Real investir 260 milhões de euros em contratações.

Mourinho inicia novo ciclo no Real Madrid com R$ 1,5 bilhão em reforços
Foto: Susana Vera/Reuters

José Mourinho estreia nesta terça-feira (8) na Champions League como técnico do Real Madrid em sua segunda passagem pelo clube. O time espanhol enfrenta a Inter de Milão, às 16h (de Brasília), no Santiago Bernabéu, no primeiro grande teste após a reformulação liderada pelo treinador português.

O Real Madrid investiu 260 milhões de euros (R$ 1,5 bilhão) em reforços depois de terminar a temporada anterior sem títulos. Mourinho foi escolhido pelo presidente Florentino Perez para comandar o novo projeto, anunciado oficialmente em 11 de junho, após deixar o Benfica.

A equipe já iniciou a campanha no Campeonato Espanhol, mas perdeu por 1 a 0 para o Bétis. O duelo desta terça-feira marca o reencontro do treinador com a competição europeia pelo clube, que busca voltar a conquistar a Champions pela primeira vez desde 2024.

Investimentos no elenco

Entre as principais movimentações, Ibrahima Konaté e Bernardo Silva chegaram sem custos de transferência. O Real também acertou a contratação de Marc Cucurella, do Chelsea, por um pacote avaliado em até € 60 milhões (R$ 357,6 milhões).

Denzel Dumfries foi contratado da Inter por € 20 milhões (R$ 119,2 milhões), enquanto Carlos Espi chegou do Levante por € 25 milhões (R$ 149 milhões). Yan Diomande, do RB Leipzig, foi envolvido em um negócio que pode alcançar € 140 milhões (R$ 834,4 milhões), valor que seria um recorde para o clube.

Além dos reforços, o Real Madrid pagou 15 milhões de euros (R$ 89 milhões) ao Benfica para liberar Mourinho de seu contrato. O clube também renovou o vínculo de Vinicius Junior até 2032. O brasileiro, de 26 anos, foi alvo de alguns clubes na janela, principalmente o Arsenal, mas decidiu continuar na Espanha.

A reformulação ocorreu depois da derrota para o Barcelona por 2 a 0, em maio, pela 35ª rodada do Campeonato Espanhol. O resultado confirmou o título do rival, em um clássico que era a última chance de o Real manter uma remota possibilidade de conquistar o torneio.

O revés levou à saída de Álvaro Arbeloa. Com exceção de 2004/05, quando Vanderlei Luxemburgo chegou na reta final e permaneceu mesmo sem títulos, o Real Madrid também demitiu seus treinadores ao fim das outras quatro temporadas mais recentes sem troféus: 2003/04, 2005/06, 2009/10 e 2020/21.

Mourinho comandou o Real entre 2010 e 2013, mas não conquistou a Champions nesse período. Questionado se tinha uma dívida com o clube, afirmou: "São duas fases diferentes". O treinador também disse que o trabalho atual não está ligado ao que ocorreu em sua primeira passagem.

O Real Madrid soma 15 títulos europeus e está sob pressão para apresentar um bom desempenho depois de duas temporadas sem um título importante. Para Mourinho, o histórico recente pesa mais do que o período sem conquistas: "Agora, conquistamos seis vezes em pouco mais de uma década".

Texto produzido pela Redação Nexo Econômico com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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